Foto: Assecom/TRE
Em julgamento ocorrido na tarde desta terça-feira(4) o Tribunal Regional Eleitoral(TRE), à unanimidade dos seus membros, manteve o mandato da deputada estadual Gesane Marinho.
Gesane havia trocado o PDT pelo PMN.
O resultado era esperado, já que o Ministério Público Eleitoral já havia apresentado parecer contrário à cassação do mandato de Gesane.
O depoimento do deputado Álvaro Dias, que era presidente do PDT na época em que Gesane deixou o partido brizolista, foi vital para a deputada não perder o mandato.
Álvaro disse que Gesane não tinha mais clima para continuar no PDT, devido aos problemas envolvendo a deputada e integrantes do partido.
Ou seja, Álvaro declarou que Gesane tinha motivos para deixar o PDT.
“Os mandatos pertencem aos partidos, mas não é em toda situação que o partido pode reivindicar a cadeira parlamentar, sobretudo quando é provada a grave discriminação pessoal”, sustentou em seu voto, o juiz Marcos Duarte, relator do processo.
Ele lembrou que ficaram comprovadas nos autos as inúmeras diferenças entre a deputada e a ala história do partido, os segmentos da juventude do PDT e com o dirigente Carlos Eduardo Alves, adversário tradicional de Gesane em Natal.
O advogado de Gesane foi Paulo de Tarso Fernandes.
Livre da ameaça de perder o mandato, Gesane vai intensificar a luta pela reeleição.
Gesane havia trocado o PDT pelo PMN.
O resultado era esperado, já que o Ministério Público Eleitoral já havia apresentado parecer contrário à cassação do mandato de Gesane.
O depoimento do deputado Álvaro Dias, que era presidente do PDT na época em que Gesane deixou o partido brizolista, foi vital para a deputada não perder o mandato.
Álvaro disse que Gesane não tinha mais clima para continuar no PDT, devido aos problemas envolvendo a deputada e integrantes do partido.
Ou seja, Álvaro declarou que Gesane tinha motivos para deixar o PDT.
“Os mandatos pertencem aos partidos, mas não é em toda situação que o partido pode reivindicar a cadeira parlamentar, sobretudo quando é provada a grave discriminação pessoal”, sustentou em seu voto, o juiz Marcos Duarte, relator do processo.
Ele lembrou que ficaram comprovadas nos autos as inúmeras diferenças entre a deputada e a ala história do partido, os segmentos da juventude do PDT e com o dirigente Carlos Eduardo Alves, adversário tradicional de Gesane em Natal.
O advogado de Gesane foi Paulo de Tarso Fernandes.
Livre da ameaça de perder o mandato, Gesane vai intensificar a luta pela reeleição.




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