Foto: Agência Câmara
Depois do acordo em que o governo federal cedeu aos Estados produtores de petróleo parte dos royalties a que teria direito, a comissão especial criada na Câmara para apreciar o projeto de lei que trata da partilha da camada pré-sal aprovou nesta quarta-feira o texto básico do relator, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).
Os deputados discutem agora os destaques apresentados ao projeto, em que os integrantes da comissão tentam alterar o texto que será enviado ao plenário da Casa.
O acordo que permitiu a votação foi fechado em reunião realizada na noite de terça-feira pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva com os governadores Sergio Cabral (Rio de Janeiro) e Paulo Hartung (Espírito Santo), ambos do PMDB.
O governo abriu mão de parte da participação da União nos royalties do pré-sal para beneficiar esses Estados.
Até a reunião de ontem, o relatório da partilha determinada uma parcela de 18% para os Estados produtores.
A União, que levava 27% (fora os 3% para mitigação de mudanças climáticas), agora vai ficar com 19% dos royalties.
Segundo o ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, tanto o governo federal como os Estados tiveram que ceder. Cabral e Hartung vieram a Brasília querendo 33% de royalties.
Pelo texto aprovado, os Estados e municípios não produtores continuarão a ganhar 44% dos royalties, divididos ao meio. O Fundo de Participação dos Municípios definirá a distribuição entre as cidades, e o Fundo de Participação dos Estados, dos Estados.
PSDB e DEM criticaram a mudança do regime de exploração de concessão para partilha e o fortalecimento da União no setor com a aprovação da proposta, que estabelece a Petrobras como operadora única do pré-sal.
"Estamos alterando a mais bem-sucedida estratégia de desenvolvimento industrial do país", afirmou durante a sessão o deputado Luiz Paulo Vellozo Lucas (PSDB-ES).
Por enquanto, nenhum projeto foi votado em plenário. O presidente Lula e o presidente da Câmara, Michel Temer, entraram em acordo para começar as votações esta semana.
A oposição promete fazer obstruções caso alguns pleitos não sejam atendidos, como permissão do uso do FGTS para que acionistas minoritários acompanhem a capitalização da Petrobras.
Fonte: Folha Online
Os deputados discutem agora os destaques apresentados ao projeto, em que os integrantes da comissão tentam alterar o texto que será enviado ao plenário da Casa.
O acordo que permitiu a votação foi fechado em reunião realizada na noite de terça-feira pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva com os governadores Sergio Cabral (Rio de Janeiro) e Paulo Hartung (Espírito Santo), ambos do PMDB.
O governo abriu mão de parte da participação da União nos royalties do pré-sal para beneficiar esses Estados.
Até a reunião de ontem, o relatório da partilha determinada uma parcela de 18% para os Estados produtores.
A União, que levava 27% (fora os 3% para mitigação de mudanças climáticas), agora vai ficar com 19% dos royalties.
Segundo o ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, tanto o governo federal como os Estados tiveram que ceder. Cabral e Hartung vieram a Brasília querendo 33% de royalties.
Pelo texto aprovado, os Estados e municípios não produtores continuarão a ganhar 44% dos royalties, divididos ao meio. O Fundo de Participação dos Municípios definirá a distribuição entre as cidades, e o Fundo de Participação dos Estados, dos Estados.
PSDB e DEM criticaram a mudança do regime de exploração de concessão para partilha e o fortalecimento da União no setor com a aprovação da proposta, que estabelece a Petrobras como operadora única do pré-sal.
"Estamos alterando a mais bem-sucedida estratégia de desenvolvimento industrial do país", afirmou durante a sessão o deputado Luiz Paulo Vellozo Lucas (PSDB-ES).
Por enquanto, nenhum projeto foi votado em plenário. O presidente Lula e o presidente da Câmara, Michel Temer, entraram em acordo para começar as votações esta semana.
A oposição promete fazer obstruções caso alguns pleitos não sejam atendidos, como permissão do uso do FGTS para que acionistas minoritários acompanhem a capitalização da Petrobras.
Fonte: Folha Online




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