Durante a abertura do Seminário “Mais Mulheres no Poder – Uma Questão da Democracia”, na noite desta segunda-feira(9) em Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva interrompeu seu discurso para destacar a presença da deputada Fátima Bezerra (PT), entre tantas deputadas participantes do evento, ressaltando onde foi dado o primeiro voto feminino no Brasil.
“Eu estou vendo a Fátima Bezerra aqui, do Rio Grande do Norte, e foi em Mossoró o primeiro município onde uma mulher votou”, disse Lula, se referindo à mossoroense Celina Guimarães, primeira brasileira a votar.
Depois o presidente Lula anunciou a criação do Ministério das Mulheres e continuou relatando os avanços conquistados pelas mulheres em seu governo, como a aprovação e implementação da Lei Maria da Penha e o acesso de um milhão de mulheres ao Pronaf (Programa Nacional de Agricultura Familiar).
“Tenho a honra de dizer que no meu governo as mulheres subiram um degrau a mais na conquista de seus direitos”.
O presidente declarou ser favorável a temas defendidos pelas mulheres como a distribuição e o uso da camisinha e a regulamentação do aborto. “Como cristão posso ser contra, mas como Chefe de Estado não posso ser contra o aborto”, declarou.
O seminário continua hoje, sendo uma promoção da Secretaria Especial de Políticas Públicas para as Mulheres.
“Eu estou vendo a Fátima Bezerra aqui, do Rio Grande do Norte, e foi em Mossoró o primeiro município onde uma mulher votou”, disse Lula, se referindo à mossoroense Celina Guimarães, primeira brasileira a votar.
Depois o presidente Lula anunciou a criação do Ministério das Mulheres e continuou relatando os avanços conquistados pelas mulheres em seu governo, como a aprovação e implementação da Lei Maria da Penha e o acesso de um milhão de mulheres ao Pronaf (Programa Nacional de Agricultura Familiar).
“Tenho a honra de dizer que no meu governo as mulheres subiram um degrau a mais na conquista de seus direitos”.
O presidente declarou ser favorável a temas defendidos pelas mulheres como a distribuição e o uso da camisinha e a regulamentação do aborto. “Como cristão posso ser contra, mas como Chefe de Estado não posso ser contra o aborto”, declarou.
O seminário continua hoje, sendo uma promoção da Secretaria Especial de Políticas Públicas para as Mulheres.



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