Foto: João Gilberto
Segundo o deputado, que também é médico, nesses profissionais as doenças se manifestam com mais freqüência.
Paulo Davim alertou que “o serviço de urgência médica está numa fase de inanição, com os profissionais pedindo demissão ou se recusando trabalhar sem estímulo, sofrendo stress e até pressão da família para deixar os plantões. Está muito difícil encontrar esse profissional”, disse o parlamentar.
Davim declarou que o Estado tem a obrigação de cuidar da saúde do seu servidor, “que sofre muito no trabalho de urgência médica”.
Projeto - Diante da questão, Paulo Davim informou que está reapresentando um projeto de lei que visa melhorar as condições de trabalho desses profissionais, oferecendo incentivos para que eles tenham mais estímulos para fazer o trabalho de plantão médico nas casas de saúde.
Entre os incentivos estão o estabelecimento de duas férias por ano, num intervalo de seis meses, e o aumento da taxa de insalubridade para 40 por cento. “Esse projeto cria uma vertente para acabar com a contratação de serviços terceirizados”, afirmou Davim.
Ele foi aparteado pelos colegas deputados médicos Leonardo Nogueira e Lavoisier Maia, que manifestaram apoio ao pronunciamento e ao projeto.



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