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21 de out. de 2011

Assembléia Legislativa realiza sessão solene e presta homenagem aos 100 anos do bairro do Alecrim

Foto: Divulgação
Famoso Relógio do Alecrim, na Praça gentil Ferreira

A Assembléia Legislativa realiza logo mais, às 10 horas, no plenário Clóvis Motta, sessão solene em homenagem aos 100 anos do bairro do Alecrim.

A iniciativa do evento é do deputado Ricardo Motta, presidente da Assembléia.

Na ocasião, também haverá uma homenagem ao Rotary Club Natal Alecrim pelos 50 anos de atividades. 

Cinco personalidades que representam importantes segmentos da sociedade e da história do Alecrim serão homenageadas na sessão solene: o comandante da Base Naval de Natal, capitão-de-mar-e-guerra Flávio Macedo Brasil; senhor Fernando Soares de Miranda;  empresário Genival Sarmento de Sá (in memoriam); presidente da Assembleia de Deus do RN, pastor Raimundo João de Santana; e o empresário Sérgio Roberto de Medeiros Cirne.

“A história do bairro do Alecrim se confunde com a própria história de Natal. Tenho particularmente um forte vínculo com o bairro e com o Rotary Clube. No Alecrim meu avô João Motta desenvolveu seus negócios no ramo do curtume e tanto ele como meu pai já presidiram esse clube que vem prestando grandes serviços à população”, afirma Ricardo Motta.

História do Alecrim

O Alecrim é um dos bairros mais tradicionais de Natal. Localizado na Zona Leste de Natal e com uma população de 32.380 habitantes, o Alecrim concentra 31% da atividade empresarial da cidade e 40% de todo comércio varejista de Natal. 

O Alecrim já foi chamado de Refoles, Alto da Santa Cruz e Cais do Sertão. O cemitério público do Alecrim foi criado em meados do século XIX por causa de uma epidemia do cólera que aumentou a mortalidade geral da cidade. 

No bairro, encontram-se ainda Igrejas Católica  e Evangélicas, as mais famosas praças, como a Gentil Ferreira, a Vila Naval e a Feira, uma das mais antigas, clubes sociais e escolas públicas. 

O  Alecrim é o quarto bairro da capital potiguar. E ganhou esse nome por conta de uma velha senhora que costumava enfeitar com ramos de alecrim os caixões dos "anjinhos" enterrados no cemitério público, um dos marcos da ocupação que deram origem ao bairro. 

Outra versão fala da abundância de alecrim-do-campo nesta área. Foi oficializado bairro em 30 de setembro de 1947.

O Alecrim já teve cinco cinemas, foi palco de grandes festas de carnaval e era lugar de encontro de boêmios durante a Segunda Guerra Mundial, como o Bar Quitandinha, na Praça Gentil Ferreira. 

A sua grande marca registrada é possuir um comércio de produtos populares, que gerou a construção de um camelódromo, na Avenida Presidente Bandeira, para resolver problemas gerados pelo conflito entre ambulantes e comerciantes.

O Alecrim em números

6 mil comerciantes
50 mil trabalhadores
70 milhões de ICMS por mês
3 milhões de pessoas circulando mensalmente.

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