A presidente do Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do Norte(Sindjorn), Nelly Carlos, esteve hoje na Secretaria de Segurança Pública.
Nely foi pedir ao secretário Cristovam Praxedes todo empenho da polícia na prisão dos assassinos do jornalista e radialista F. Gomes.
O Sindjorn e a Federação Nacional dos Jornalistas(Fenaj) divulgaram nota repudiando o brutal assassinato de F. Gomes.
“A notícia do assassinato de mais um jornalista em nosso país causa revolta e indignação, diante da barbaridade do crime contra um profissional que exercia diariamente a sua função com ética, competência e dedicação”, diz um dos trechos da nota.
Confira a nota na íntegra:
- A Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) e o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Norte (SINDJORN) vêm a público repudiar a falta de segurança em nosso estado e o brutal assassinato do jornalista e radialista Francisco Gomes de Medeiros, ocorrido na noite desta segunda-feira, 18, na cidade de Caicó.
Está mais do que na hora das entidades de classe e à sociedade cobrar do Governo do Estado segurança e proteção para a população do Rio Grande do Norte. Está na hora da polícia sair dos gabinetes, parar de proteger quem está no poder ou quem tem dinheiro. Tem que proteger à população. Não podemos permitir que os bandidos continuem sendo o 1º poder, mandando, matando inocentes e fazendo justiça com as próprias mãos.
A orientação do SINDJORN é que todos os jornalistas adotem o luto nos seus postos de trabalho, como símbolo do repúdio ao assassinato de F. Gomes. Nesta quarta-feira, 20, a Audiência Pública, que será realizada na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Norte para discutir os baixos salários da categoria o trágico assassinato de F. Gomes e a violência contra a classe jornalística serão colocados na pauta de discussão.
O assassinato de F. Gomes é um tiro certeiro no âmago de todos os jornalistas que não vão se intimidar, não vão se calar e vão continuar denunciando as barbáries que acontecem em nosso estado por causa da falta de segurança. Não podemos permitir esse ato terrorista contra a liberdade de imprensa que não pode ficar impune.
Federação Nacional dos Jornalistas
Sindicato dos Jornalistas do RN



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