Foto: Lucian Kleyton
Crime contra a saúde pública. Em inspeção nas praias de Nísia Floresta e Parnamirim, o Ministério Público flagrou a adulteração das placas que informam sobre a qualidade da água.
No balneário próximo à Feirinha de Pium, na mensagem “IMPRÓPRIA PARA O BANHO”, afixada pelo Idema, o “IM” foi pintado, invertendo totalmente a informação dada ao banhista e induzindo-o a tomar banho em água contaminada.
O Ministério Público vai abrir uma investigação para saber quem são os responsáveis pela fraude. Mas este é apenas um dos tantos problemas ambientais das praias de Nísia Floresta e no distrito de Pium.
O flagrante dos promotores Claudio Ferreira e Gilka da Mata e do juiz de Nísia Floresta, Marcus Vinícius Pereira Filho, foi feito durante a inspeção no local das instalações do sistema de esgotamento sanitário.
O projeto de saneamento, que abrange Pium e as praias de Cotovelo e Pirangi do Norte, está suspenso por decisão judicial.
A pedido da promotoria do meio ambiente, o juiz Marcus Vinícius Pereira Filho determinou a paralisação das obras até que fossem feitos estudos técnicos para apontar se há ou não capacidade de o rio Pirangi/Pium receber e depurar os esgotos que seriam lançados no local.
“O rio Pirangi/Pium já é bastante poluído por dejetos que são lançados in natura, o que afeta a balneabilidade da praia de Pirangi, principalmente na área da APURN, que costuma ficar imprópria para o banho”, explica a promotora do meio ambiente Gilka da Mata.
Em levantamento anterior, ficou constatada a existência de 34 pontos fontes de contaminação do rio.
O Ministério Público quer saber se as estações de tratamento que seriam implantadas com o sistema de esgotamento estão dentro das normais ambientais e não vão contribuir ainda mais para a contaminação do rio e das praias.
*Com informações da Assecom/MPE
No balneário próximo à Feirinha de Pium, na mensagem “IMPRÓPRIA PARA O BANHO”, afixada pelo Idema, o “IM” foi pintado, invertendo totalmente a informação dada ao banhista e induzindo-o a tomar banho em água contaminada.
O Ministério Público vai abrir uma investigação para saber quem são os responsáveis pela fraude. Mas este é apenas um dos tantos problemas ambientais das praias de Nísia Floresta e no distrito de Pium.
O flagrante dos promotores Claudio Ferreira e Gilka da Mata e do juiz de Nísia Floresta, Marcus Vinícius Pereira Filho, foi feito durante a inspeção no local das instalações do sistema de esgotamento sanitário.
O projeto de saneamento, que abrange Pium e as praias de Cotovelo e Pirangi do Norte, está suspenso por decisão judicial.
A pedido da promotoria do meio ambiente, o juiz Marcus Vinícius Pereira Filho determinou a paralisação das obras até que fossem feitos estudos técnicos para apontar se há ou não capacidade de o rio Pirangi/Pium receber e depurar os esgotos que seriam lançados no local.
“O rio Pirangi/Pium já é bastante poluído por dejetos que são lançados in natura, o que afeta a balneabilidade da praia de Pirangi, principalmente na área da APURN, que costuma ficar imprópria para o banho”, explica a promotora do meio ambiente Gilka da Mata.
Em levantamento anterior, ficou constatada a existência de 34 pontos fontes de contaminação do rio.
O Ministério Público quer saber se as estações de tratamento que seriam implantadas com o sistema de esgotamento estão dentro das normais ambientais e não vão contribuir ainda mais para a contaminação do rio e das praias.
*Com informações da Assecom/MPE




0 comentários:
Postar um comentário