Foto: Divulgação
O ex-governador Iberê Ferreira(foto) negou qualquer irregularidade nas contas do seu governo, conforme apontou ontem o Tribunal de Contas do Estado(TCE).
Reunido na tarde de ontem com alguns técnicos que atuaram na sua gestão, Iberê estranhou que o prazo definido pelo TCE para o envio de documentos à inspeção extraordinária seja 16 de agosto de 2011, mas antecipadamente a Corte apresente o julgamento.
"Estou muito tranquilo, não vejo problemas nas nossas contas. O estranho é que a inspeção feita tenha definido um prazo para envio de documentos e respostas, que ainda não foi encerrado e o Tribunal já julga as contas", comentou Iberê.
"Estou muito tranquilo, não vejo problemas nas nossas contas. O estranho é que a inspeção feita tenha definido um prazo para envio de documentos e respostas, que ainda não foi encerrado e o Tribunal já julga as contas", comentou Iberê.
Para ele, essa antecipação do julgamento, antes da Corte ter recebido as respostas dos questionamentos, "violou o contraditório".
Em tom de ironia, ele afirmou que "fica feliz" com a agilidade do TCE por julgar suas contas. "Estou feliz porque o Tribunal de Contas foi ágil. Diferente das contas da Prefeitura de Mossoró quando a governadora Rosalba foi prefeita. Elas (as contas) são de 2004, mas só foram julgadas em abril deste ano", destacou Iberê Ferreira.
Em tom de ironia, ele afirmou que "fica feliz" com a agilidade do TCE por julgar suas contas. "Estou feliz porque o Tribunal de Contas foi ágil. Diferente das contas da Prefeitura de Mossoró quando a governadora Rosalba foi prefeita. Elas (as contas) são de 2004, mas só foram julgadas em abril deste ano", destacou Iberê Ferreira.
Trazendo o foco da disputa política, Iberê Ferreira lembrou que a hoje governadora, embora tenha concluído o mandato em 2004, apenas no dia 11 de maio de 2005 entregou a prestação de contas ao TCE. "Essa prestação de contas foi aprovada com ressalva no dia 12 de abril de 2011", destacou.
Ele negou que tenha feito pagamento de recursos destinados a outros fins para pessoal. "O Estado tem a lei que cria a conta única e eu regulamentei, determinando que todos os recursos devem passar pela conta única. Esses recursos que entram na conta única não estão carimbados para pagar pessoal ou para pagar a obra de uma estrada que estava sendo feita no Oeste", disse Iberê.
O ex-governador observou ainda que no balanço dos Estados publicado pela Secretaria do Tesouro Nacional o Rio Grande do Norte aparece com o disponível de R$ 613. 945.512,63 no final do ano de 2010. "O passivo que ficou foi de R$ 230.997.279,36. Isso dá um saldo disponível de R$ 382.948.233,27. Se eu tinha saldo disponível por que iria tirar dinheiro de outras fontes para pagar pessoal?", destacou.
Rebatendo as informações do relatório do Tribunal de Contas do Estado de que houve gasto excessivo com publicidade, Iberê Ferreira também negou. Segundo ele, quando ingressou na titularidade do Executivo estavam empenhados cerca de R$ 19 milhões em propaganda, todos já gastos. Desse total, R$ 10 milhões haviam sido pagos e o restante foi ele que pagou.
"Eu não gastei quase nada em propaganda. Tive direito a apenas um mês de propaganda, até pela legislação eleitoral", completou, lembrando que os gastos com propaganda nos anos anteriores foram semelhantes aos de 2010.
Sobre os gastos com diária, o ex-governador disse que em 2009 foram R$ 32 milhões e em 2010 R$ 35 milhões. "Fizemos muitos convênios com o Governo Federal, que não paga diária e combustível", comentou.
O ex-governador também rebateu as informações do documento do Tribunal de Contas do Estado de que não teria feito investimento em saneamento básico. "O maior programa de saneamento básico dos últimos anos foi em 2010. Saneamento não é só esgotamento sanitário, é resíduo sólido, distribuição de água, drenagem", afirmou.
Iberê Ferreira avaliou: "Isso do Tribunal deve ter sido falta de informação, talvez a urgência e pressa, com isso terminaram cometendo injustiças e dando informações com problemas".
Ele negou que tenha feito pagamento de recursos destinados a outros fins para pessoal. "O Estado tem a lei que cria a conta única e eu regulamentei, determinando que todos os recursos devem passar pela conta única. Esses recursos que entram na conta única não estão carimbados para pagar pessoal ou para pagar a obra de uma estrada que estava sendo feita no Oeste", disse Iberê.
O ex-governador observou ainda que no balanço dos Estados publicado pela Secretaria do Tesouro Nacional o Rio Grande do Norte aparece com o disponível de R$ 613. 945.512,63 no final do ano de 2010. "O passivo que ficou foi de R$ 230.997.279,36. Isso dá um saldo disponível de R$ 382.948.233,27. Se eu tinha saldo disponível por que iria tirar dinheiro de outras fontes para pagar pessoal?", destacou.
Rebatendo as informações do relatório do Tribunal de Contas do Estado de que houve gasto excessivo com publicidade, Iberê Ferreira também negou. Segundo ele, quando ingressou na titularidade do Executivo estavam empenhados cerca de R$ 19 milhões em propaganda, todos já gastos. Desse total, R$ 10 milhões haviam sido pagos e o restante foi ele que pagou.
"Eu não gastei quase nada em propaganda. Tive direito a apenas um mês de propaganda, até pela legislação eleitoral", completou, lembrando que os gastos com propaganda nos anos anteriores foram semelhantes aos de 2010.
Sobre os gastos com diária, o ex-governador disse que em 2009 foram R$ 32 milhões e em 2010 R$ 35 milhões. "Fizemos muitos convênios com o Governo Federal, que não paga diária e combustível", comentou.
O ex-governador também rebateu as informações do documento do Tribunal de Contas do Estado de que não teria feito investimento em saneamento básico. "O maior programa de saneamento básico dos últimos anos foi em 2010. Saneamento não é só esgotamento sanitário, é resíduo sólido, distribuição de água, drenagem", afirmou.
Iberê Ferreira avaliou: "Isso do Tribunal deve ter sido falta de informação, talvez a urgência e pressa, com isso terminaram cometendo injustiças e dando informações com problemas".
Fonte: Tribuna do Norte




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