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2 de jun. de 2011

Secretário Aldair da Rocha: "Nenhuma linha de investigação ou hipótese, ainda que remota, pode ser afastada neste momento”

A Polícia Federal e a Polícia Civil do Rio Grande do Norte trabalham juntas para identificar o homem que assassinou, no final da tarde desta quarta-feira (01), o advogado Anderson Miguel da Silva, em seu escritório, na Avenida Miguel Castro, em Natal.
Na tarde desta quinta-feira (02), o superintendente da Polícia Federal no Rio Grande do Norte, Marcelo Mosele; o secretário de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social, Aldair da Rocha; o delegado geral de Polícia Civil, Fábio Rogério da Silva, além do delegado de Polícia Federal, Elton de Souza Zanata, concederam entrevista coletiva, onde reafirmaram o compromisso de trabalho intenso, com o objetivo de elucidar as circunstâncias em que ocorreu o crime.

Uma nota, divulgada pela assessoria de imprensa da Polícia Federal, informa que o acusado de entrar no escritório e executar o advogado é um homem com, aproximadamente, 1,70 metro de altura e aparentando 25 anos, que fugiu em um automóvel modelo Siena, branco, onde o motorista o aguardava.

“Imediatamente após o ocorrido, Policiais Militares que passavam pelo local foram acionados e deram início a buscas nas imediações do local, a fim de localizar o veículo suspeito. Concomitantemente a esta providência, Policiais Civis, Militares e Federais se deslocaram para o local do homicídio a fim de proceder aos primeiros levantamentos e coletar vestígios relacionados ao fato criminoso”, afirma a nota.

A participação da Polícia Federal nas investigações é justificada porque Anderson Miguel da Silva era réu colaborador no processo relacionado à “Operação Higia”, deflagrada em 2008.

A “Nota à Imprensa”, assinada por Marcelo Mosele e Aldair da Rocha, termina dizendo que “é consenso entre a Secretaria de Segurança e a Polícia Federal que nenhuma linha de investigação ou hipótese, ainda que remota, pode ser afastada neste momento”.

O secretário Aldair da Rocha disse que, apesar da greve de parte da Polícia Civil, a investigação sobre o assassinato começou logo em seguida ao fato, graças a delegados, agentes e escrivães que continuam trabalhando. “Não vamos medir esforços para trabalhar, no sentido de prender os responsáveis por esse bárbaro crime”, garantiu.

O delegado geral de Polícia Civil, Fábio Rogério da Silva, informou que o delegado Marcus Vinícius, da Delegacia Especializada em Homicídios (Dehom), foi designado em caráter especial para apurar o caso.
 O delegado Elton de Souza Zanata(foto) esteve na cena do crime. Ele informou que o advogado Anderson Miguel foi morto em sua mesa de trabalho e não teve qualquer chance de reação. 

E acrescentou: “Acredito que quem praticou o crime, pelo menos, conhecia o lugar, mas não podemos dar mais informações, justamente para não comprometer nosso trabalho".

Fonte e fotos: Assecom/RN

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