Em reportagem publicada pelo jornal Folha de São Paulo, neste sábado(6), o advogado de defesa de Gledson Maia, Caio Vítor Ribeiro, negou envolvimento do engenheiro no esquema de corrupção do Dnit.
Eis o que disse o advogado:
"Acho que houve uma fatalidade, uma falta de sorte".
Segundo o advogado, Gledson Maia não recebeu R$ 50 mil de propina.
Ele afirmou à Folha de S. Paulo que o dinheiro seria do empresário que almoçava com o diretor do Dnit no momento da prisão no restaurante Sol & Brasa. “A quantia seria utilizada para quitar dívidas dessa empresa no RN”, disse o advogado do sobrinho de João Maia.
Mas a Polícia Federal diz o contrário e afirma categoricamente que Gledson recebeu os R$ 50 mil do empresário. E o que o dinheiro era propina.
Habeas corpus
Gledson continua preso na sede da Polícia Federal, juntamente com o superintendente do Dnit Fernando Rocha. A prisão é temporária.
Os advogados os dois diretores do Dnit devem entrar com habeas corpus para tentar tirá-los da prisão ainda neste final de semana.
Comentário do jornalista Josias de Souza, em seu blog:
- Como assim? Na versão do advogado, o dinheiro apreendido pela PF era do empresário. Seria usado para saldar despesas da empresa dele, não para propina.
A ser verdade, o companheiro de mesa de Gledson seria um devedor sui generis.
Em vez de utilizar o talão de cheques, anda pelas ruas de Natal com malas de dinheiro.
Não tem pressa na liquidação de débitos. Antes de repassar o numerário aos supostos credores, almoça em local público. Com a mala de dinheiro ao lado dos talheres.



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