Fotos: Elisa Elsie
Atendendo ao convite da direção do Sindicato da Construção Civil(Sinduscon-RN), a candidata ao Governo pela coligação “A Força da União”, Rosalba Ciarlini, reafirmou que sua meta é sanear 80% do Estado, melhorar a infraestrutura e acabar com prática da atual administração de inaugurar obra inacabada.
Rosalba disse ainda que os empresários necessitam trabalhar com leis claras para que possam investir. “O Estado será seguro. Ninguém sairá no prejuízo. Quem constrói não terá privilégios, mas, vamos ser claros e transparentes e todos vão ter oportunidades”, afirmou a candidata da coligação “A Força da União”.
Rosalba estava acompanhada do seu vice, Robinson Faria, e ainda anunciou os programas de manutenção de estradas, mobilidade urbana e aeroportos regionais.
A sabatina do Sinduscon foi realizada no Hotel Ocean Palace na tarde desta sexta(6).
Rosalba falou sobre os principais eixos do Plano de Governo na área de infraestrutura.
A senadora também defendeu o diálogo permanente com as empresas e transparência nos processos licitatórios.
“Essa é minha maneira de trabalhar. Quero gerar emprego, dar condições necessárias para ter mais agilidade. Sei que é difícil conseguir recursos, liberar então nem se fala. Mas o pior é ver o dinheiro retornar porque faltou projeto”, afirmou Rosalba.
Rosalba disse ainda que os empresários necessitam trabalhar com leis claras para que possam investir. “O Estado será seguro. Ninguém sairá no prejuízo. Quem constrói não terá privilégios, mas, vamos ser claros e transparentes e todos vão ter oportunidades”, afirmou a candidata da coligação “A Força da União”.
Rosalba estava acompanhada do seu vice, Robinson Faria, e ainda anunciou os programas de manutenção de estradas, mobilidade urbana e aeroportos regionais.
A sabatina do Sinduscon foi realizada no Hotel Ocean Palace na tarde desta sexta(6).
Rosalba falou sobre os principais eixos do Plano de Governo na área de infraestrutura.
A senadora também defendeu o diálogo permanente com as empresas e transparência nos processos licitatórios.
“Essa é minha maneira de trabalhar. Quero gerar emprego, dar condições necessárias para ter mais agilidade. Sei que é difícil conseguir recursos, liberar então nem se fala. Mas o pior é ver o dinheiro retornar porque faltou projeto”, afirmou Rosalba.





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