Pedido de vista do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Ricardo Lewandowski(foto), interrompeu análise de uma consulta de autoria do senador Marconi Perillo (PSDB-GO) que diz respeito à propaganda eleitoral.De acordo com o ministro, a matéria deve voltar a julgamento no início de agosto.
O presidente da Corte lembrou que o tema foi examinado pelo Plenário na terça-feira (29) e que tal decisão ainda está pendente de publicação, “mas a matéria é extremamente controvertida porque comporta uma série de perspectivas, várias particularidades”.
Segundo ele, uma vez que a propaganda eleitoral começa oficialmente apenas no dia 17 de agosto, será uma oportunidade de a Corte fazer uma segunda reflexão sobre o tema no começo do segundo semestre, especificamente no mês de agosto.
O relator, ministro Marco Aurélio, deixou de examinar o mérito, por inadequação do pedido, ao não conhecer da consulta. “Estou convencido de que responder, a esta altura do processo eleitoral, a consulta, ao invés de se pacificar certas matérias, há uma verdadeira confusão em relação a elas, um verdadeiro alvoroço, repercutindo nesse mesmo processo eleitoral”, disse.
Nova análise
A discussão, agora adiada para agosto, foi levada ao Plenário na última terça-feira na análise de uma consulta formulada pelo Partido Popular Socialista (PPS) em relação a regras para o uso de imagem e voz de candidatos em programas eleitorais de partidos que tenham alianças diferentes na disputa nacional e nas candidaturas regionais.
Na ocasião, a maioria decidiu responder negativamente a consulta seguindo o voto do relator, ministro Aldir Passarinho Junior. Para ele, não seria possível que um candidato isolado de um partido na aliança nacional participasse no horário eleitoral regional. O relator lembrou, que, se esses casos forem permitidos, seria possível, em tese, “aparecerem dois candidatos a presidente fazendo campanha regional para a mesma coligação”.
Coligações
Também foi adiada para agosto e, consequentemente, suspensa a publicação do acórdão, a consulta 72971 que chegou ao TSE provocada pelo deputado federal Eduardo Cosentino da Cunha (PMDB-RJ) e tratava da abrangência das coligações para as eleições de 2010.
Neste julgamento, os ministros sinalizaram que deveria ser confirmada a jurisprudência da Corte de que partidos coligados para eleição do governador do estado devem respeitar essa coligação no lançamento de candidaturas ao Senado Federal.
Segundo essa análise, apenas para as eleições proporcionais é possível formar mais de uma coligação entre os partidos que compõem a coligação do pleito majoritário.
Com a suspensão da publicação dessas duas consultas, a discussão será retomada em agosto, podendo ser levada ao Plenário a partir do dia 2, quando ocorre a abertura do segundo semestre forense.
Fonte: TSE
O relator, ministro Marco Aurélio, deixou de examinar o mérito, por inadequação do pedido, ao não conhecer da consulta. “Estou convencido de que responder, a esta altura do processo eleitoral, a consulta, ao invés de se pacificar certas matérias, há uma verdadeira confusão em relação a elas, um verdadeiro alvoroço, repercutindo nesse mesmo processo eleitoral”, disse.
Nova análise
A discussão, agora adiada para agosto, foi levada ao Plenário na última terça-feira na análise de uma consulta formulada pelo Partido Popular Socialista (PPS) em relação a regras para o uso de imagem e voz de candidatos em programas eleitorais de partidos que tenham alianças diferentes na disputa nacional e nas candidaturas regionais.
Na ocasião, a maioria decidiu responder negativamente a consulta seguindo o voto do relator, ministro Aldir Passarinho Junior. Para ele, não seria possível que um candidato isolado de um partido na aliança nacional participasse no horário eleitoral regional. O relator lembrou, que, se esses casos forem permitidos, seria possível, em tese, “aparecerem dois candidatos a presidente fazendo campanha regional para a mesma coligação”.
Coligações
Também foi adiada para agosto e, consequentemente, suspensa a publicação do acórdão, a consulta 72971 que chegou ao TSE provocada pelo deputado federal Eduardo Cosentino da Cunha (PMDB-RJ) e tratava da abrangência das coligações para as eleições de 2010.
Neste julgamento, os ministros sinalizaram que deveria ser confirmada a jurisprudência da Corte de que partidos coligados para eleição do governador do estado devem respeitar essa coligação no lançamento de candidaturas ao Senado Federal.
Segundo essa análise, apenas para as eleições proporcionais é possível formar mais de uma coligação entre os partidos que compõem a coligação do pleito majoritário.
Com a suspensão da publicação dessas duas consultas, a discussão será retomada em agosto, podendo ser levada ao Plenário a partir do dia 2, quando ocorre a abertura do segundo semestre forense.
Fonte: TSE



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