Foto: Divulgação
Nesta segunda-feira(31) Geraldo participou de várias reuniões objetivando a criação da Ouvidoria de Polícia de Alagoas.
Reuniões foram com o Conselho Estadual de Segurança Pública e com o Conselho Estadual de Diretos Humanos de Alagoas.
Geraldo também foi recebido em audiência pelo governador Teotônio Vilela.
Nesta terça-feira(1º) Geraldo Wanderley participa de reunião do Fórum Nacional de Ouvidores de Polícia, do qual ele é coordenador adjunto.
Existem atualmente no País 17 Estados com Ouvidorias de Polícia.
Mas nem todas essas Ouvidorias são independentes e nem autônomas.
No Rio Grande do Norte a Ouvidoria de Polícia é uma das poucas do País que tem independência, já que o Ouvidor é uma indicação do Conselho Estadual de Direitos Humanos e tem um mandato de dois anos.
“Temos uma realidade a ser modificada que passa pelo processo de democratização da gestão pública em todos os níveis, especialmente nos sistemas de segurança e justiça, ainda muito fechados e autoritários, com pouca transparência e resistentes ao controle social”, diz Geraldo.
E acrescenta: “Os Ouvidores sem independência e mandato trabalham controlados e são colocados prá fora por qualquer motivo que desagrade às autoridades superiores. Os que são constituídos, submetidos aos critérios democráticos, sofrem com a falta de estrutura para trabalhar, exclusão e retaliações”.
A Ouvidoria de Polícia do RN sofre com as condições precárias oferecidas pelo Governo do Estado.
Recentemente, o Governo Iberê Ferreira exonerou dois funcionários da Ouvidoria, deixando o órgão em situação precária de funcionamento.



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