
Um integrante da família de José Sarney (PMDB-AP) disse que, diante da série de denúncias, o presidente do Senado está no limite da resistência e pode renunciar ao cargo ainda esta semana.
O peemedebista e seu grupo político ainda não bateram o martelo em torno da palavra renúncia, mas entendem que só haverá condições de permanecer na presidência da Casa se um fato extraordinário fizer parar a crescente onda de denúncias contra ele e seus familiares.
- Esta semana as coisas se resolvem, para um lado ou para o outro - declarou ao GLOBO um integrante da família Sarney.
Segundo esse parente, a pressão criada pelo conjunto de acusações contra Sarney, os filhos e até netos, muitas pessoais, ficou insuportável. E tudo que Sarney e os filhos fazem para se defender ou se explicar, avalia, se volta contra eles. Na família, há a preocupação com a resistência física do senador para, aos 79 anos, suportar a crise.
A sustentação de Sarney é considerada dificílima, pela diminuição do apoio no próprio PMDB. Dos 18 senadores da bancada, ele teria o apoio irrestrito de 12. Nos partidos aliados, PT e PTB estão divididos. PDT, DEM e PSDB, ainda que com dissidentes, são contra Sarney.
- É uma aritmética muito complicada, e ele poderá ter mesmo que se desligar do cargo - admitiu ao GLOBO um dos senadores peemedebistas mais próximos de Sarney.
PMDB libera saída de dissidentes
Neste domingo, a direção do PMDB abriu as portas para os dissidentes saírem do partido sem risco de perder o mandato.
Em nota no site oficial do partido, o PMDB diz que os dissidentes "podem deixar a legenda o quanto antes sem risco algum de perder o mandato". Sem citar nomes, o comando do PMDB promete não recorrer à Justiça para recuperar o mandato dos descontentes, sob o argumento de infidelidade partidária.
Assinada pelo presidente licenciado do PMDB, deputado Michel Temer (SP), e pela presidente Iris de Araújo (GO), a nota é uma resposta à reportagem da revista "Veja" da semana passada, mas foi divulgada num momento em que os aliados admitem que Sarney, perde força na bancada do próprio partido.
Dois peemedebistas - Jarbas Vasconcelos (PE) e Pedro Simon (RS) - estão entre os principais críticos de Sarney.
Fonte: Jornal O Globo – Hoje.
O peemedebista e seu grupo político ainda não bateram o martelo em torno da palavra renúncia, mas entendem que só haverá condições de permanecer na presidência da Casa se um fato extraordinário fizer parar a crescente onda de denúncias contra ele e seus familiares.
- Esta semana as coisas se resolvem, para um lado ou para o outro - declarou ao GLOBO um integrante da família Sarney.
Segundo esse parente, a pressão criada pelo conjunto de acusações contra Sarney, os filhos e até netos, muitas pessoais, ficou insuportável. E tudo que Sarney e os filhos fazem para se defender ou se explicar, avalia, se volta contra eles. Na família, há a preocupação com a resistência física do senador para, aos 79 anos, suportar a crise.
A sustentação de Sarney é considerada dificílima, pela diminuição do apoio no próprio PMDB. Dos 18 senadores da bancada, ele teria o apoio irrestrito de 12. Nos partidos aliados, PT e PTB estão divididos. PDT, DEM e PSDB, ainda que com dissidentes, são contra Sarney.
- É uma aritmética muito complicada, e ele poderá ter mesmo que se desligar do cargo - admitiu ao GLOBO um dos senadores peemedebistas mais próximos de Sarney.
PMDB libera saída de dissidentes
Neste domingo, a direção do PMDB abriu as portas para os dissidentes saírem do partido sem risco de perder o mandato.
Em nota no site oficial do partido, o PMDB diz que os dissidentes "podem deixar a legenda o quanto antes sem risco algum de perder o mandato". Sem citar nomes, o comando do PMDB promete não recorrer à Justiça para recuperar o mandato dos descontentes, sob o argumento de infidelidade partidária.
Assinada pelo presidente licenciado do PMDB, deputado Michel Temer (SP), e pela presidente Iris de Araújo (GO), a nota é uma resposta à reportagem da revista "Veja" da semana passada, mas foi divulgada num momento em que os aliados admitem que Sarney, perde força na bancada do próprio partido.
Dois peemedebistas - Jarbas Vasconcelos (PE) e Pedro Simon (RS) - estão entre os principais críticos de Sarney.
Fonte: Jornal O Globo – Hoje.



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