Foto: Agência Senado
A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), presidida pelo senador Garibaldi Filho, retorna do recesso esta semana e deve apreciar projeto que beneficiará agricultores do Rio Grande do Norte.
Trata-se da proposta que prevê a criação do Fundo de Apoio à Cultura do Caju (Funcaju).
O relatório do senador Efraim Morais (DEM-PB) chegou a ser debatido em reunião no início de julho, mas a votação foi adiada depois de pedido coletivo de vista.
Foi apontada a necessidade de se verificar a existência, dentre os atuais programas orçamentários, de alguma ação que já atendesse ao propósito de estimular essa cadeia produtiva.
Um dos objetivos do fundo é assegurar meios para modernizar a agroindústria do caju e fortalecer a exportação de seus produtos.
Um outro objetivo do Funcaju é promover a disseminação de tecnologias destinadas a aumentar a produtividade e a qualidade dos produtos, tanto nas plantações como nos processos de industrialização.
O fundo deve também financiar pesquisas, estudos e diagnósticos sobre a cultura do caju. Outra finalidade é garantir o treinamento de mão de obra para os segmentos agrícola e industrial da cadeia produtiva.
No relatório, Efraim afirma que a criação do Funcaju pode contribuir para elevar a cultura a novo patamar, fortalecendo sua importância sócio-econômica para a região e o país.
O Nordeste dispõe de mais de 659 mil hectares cultivados, com Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte entre os maiores produtores.
Trata-se da proposta que prevê a criação do Fundo de Apoio à Cultura do Caju (Funcaju).
O relatório do senador Efraim Morais (DEM-PB) chegou a ser debatido em reunião no início de julho, mas a votação foi adiada depois de pedido coletivo de vista.
Foi apontada a necessidade de se verificar a existência, dentre os atuais programas orçamentários, de alguma ação que já atendesse ao propósito de estimular essa cadeia produtiva.
Um dos objetivos do fundo é assegurar meios para modernizar a agroindústria do caju e fortalecer a exportação de seus produtos.
Um outro objetivo do Funcaju é promover a disseminação de tecnologias destinadas a aumentar a produtividade e a qualidade dos produtos, tanto nas plantações como nos processos de industrialização.
O fundo deve também financiar pesquisas, estudos e diagnósticos sobre a cultura do caju. Outra finalidade é garantir o treinamento de mão de obra para os segmentos agrícola e industrial da cadeia produtiva.
No relatório, Efraim afirma que a criação do Funcaju pode contribuir para elevar a cultura a novo patamar, fortalecendo sua importância sócio-econômica para a região e o país.
O Nordeste dispõe de mais de 659 mil hectares cultivados, com Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte entre os maiores produtores.




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