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17 de jul. de 2009

Senador Paulo Duque, aliado de Renan e presidente da Comissão de Ética, diz que 'opinião pública é volúvel'

Nas pegadas do deputado Sérgio ‘Estou me Lixando’ Moraes (PTB-RS), surge o senador Paulo ‘Volúvel’ Duque (PMDB-RS).

Menos de 24 horas depois de ter sido eleito presidente do Conselho de (a)Ética do Senado, Duque(Foto) travou um dedo de prosa com os repórteres.

No novo cargo, Duque dispõe de poderes para mandar ao arquivo todas as representações formuladas contra José Sarney.

Desde logo, Duque insinua que não hesitará em estender a mão para o pseudopresidente do Senado.

Não receia a pressão da opinião pública? “[...] Não estou nem peocupado com isso, porque a opinião pública é muito volúvel...”

“...A opinião pública coloca 100 mil pessoas no Maracanã, para ouvir a Madona, para ouvir Roberto Carlos, para ouvir Frank Sinatra. A opinião pública flutua”.

Não é à toa que Renan Calheiros, também alvejado por uma representação, escolheu Paulo Duque para presidente do clube.

Suplente do suplente do governador Sérgio Cabral, Duque não depende da opinião pública. É um legítimo representante do MSV (Movimento dos Sem Voto).

A ilógica que infelicita a política brasileira o autoriza a dizer, na cara dura, que ato secreto é, veja você, uma “bobagem”.

Nomeações políticas, disse o "juiz" de Sarney, "existem desde que o Brasil foi descoberto". Então, tá! Ficamos assim.

A culpa é de Pedro Álvares Cabral. Lavrem-se as atas. E não se fala mais nisso. (Fonte: Blog do Josias de Souza).

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