Foto: Agência Senado
Senador Pedro Simon: Sarney tem que sair

O senador Pedro Simon (PMDB-RS) voltou a sugerir, nesta quinta-feira (25), que o presidente do Senado, José Sarney, se afaste do cargo até que se completem as investigações das denúncias de irregularidades na instituição.
Na avaliação de Simon, seria melhor Sarney deixar a Presidência "antes que a sua situação fique insustentável e seja obrigado a sair".
Frisou que a saída de Sarney não significaria admissão de culpa ou a aceitação da responsabilidade por tudo, mas "representaria um ato de grandeza de quem fez muitas coisas boas".
- Digo aqui com profundo sentimento de mágoa, e não gostaria de dizer o que vou dizer: o presidente Sarney tem que se afastar da Presidência para o bem dele, da família dele, da sua história e deste Senado. Se for possível, hoje - disse o senador.
O Simon assinalou que Sarney não deve ser responsável pela investigação do próprio neto, do mordomo da filha ou do ex-diretor-geral, Agaciel Maia, que ele mesmo indicou para o cargo, há 14 anos.
Simon lembrou medidas já adotadas, como a exoneração de diretores do Senado e a designação de comissões especiais de sindicância, observando que "até agora parece que nada valeu". Ele disse que a população nutre um sentimento de mágoa pelo Senado e está vendo de maneira muito dura a classe política.
- Não há lugar mais triste para estarmos do que o Senado. Ninguém confia em nós. Ninguém acredita que esta Casa vai fazer alguma coisa – lamentou o senador do PMDB.
Fonte: Agência Senado
Na avaliação de Simon, seria melhor Sarney deixar a Presidência "antes que a sua situação fique insustentável e seja obrigado a sair".
Frisou que a saída de Sarney não significaria admissão de culpa ou a aceitação da responsabilidade por tudo, mas "representaria um ato de grandeza de quem fez muitas coisas boas".
- Digo aqui com profundo sentimento de mágoa, e não gostaria de dizer o que vou dizer: o presidente Sarney tem que se afastar da Presidência para o bem dele, da família dele, da sua história e deste Senado. Se for possível, hoje - disse o senador.
O Simon assinalou que Sarney não deve ser responsável pela investigação do próprio neto, do mordomo da filha ou do ex-diretor-geral, Agaciel Maia, que ele mesmo indicou para o cargo, há 14 anos.
Simon lembrou medidas já adotadas, como a exoneração de diretores do Senado e a designação de comissões especiais de sindicância, observando que "até agora parece que nada valeu". Ele disse que a população nutre um sentimento de mágoa pelo Senado e está vendo de maneira muito dura a classe política.
- Não há lugar mais triste para estarmos do que o Senado. Ninguém confia em nós. Ninguém acredita que esta Casa vai fazer alguma coisa – lamentou o senador do PMDB.
Fonte: Agência Senado



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