A Prefeitura de Parnamirim inicia nesta segunda-feira(23) uma semana de esforço concentrado para combater os focos do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue.
Equipes da Secretaria Municipal de Saúde vão às escolas e as comunidades pedir a participação de todos na luta contra a doença.
As estatísticas mostram que as notificações de casos de dengue estão em queda no município.
“De janeiro a março de 2008 foram notificados pela Vigilância Sanitária de Parnamirim 394 casos de dengue, dos quais 147 foram positivos. No mesmo período de 2009 notificamos apenas 41 casos, representando uma redução de 89,6%”, informa o secretário de Saúde, Marciano Paisinho.
Mesmo assim, diz ele, é necessário um esforço concentrado tendo em vista o início da temporada de chuvas que deixa a cidade mais vulnerável.
Este ano já choveu 565 milímetros em Parnamirim. A tendência é o inverno ficar mais rigoroso a partir da segunda quinzena de maio.
Os infectologistas lembram que uma simples latinha deixada no quintal de casa, no período de inverno, pode se transformar num criadouro de larva fazendo com que o mosquito se prolifere e dissemine a doença naquela localidade.
O secretário adjunto de Saúde, Henrique Costa, disse que o índice de infestação predial de Parnamirim, que era de 0,3 no primeiro ciclo subiu para 0,5 no segundo.
Equipes da Secretaria Municipal de Saúde vão às escolas e as comunidades pedir a participação de todos na luta contra a doença.
As estatísticas mostram que as notificações de casos de dengue estão em queda no município.
“De janeiro a março de 2008 foram notificados pela Vigilância Sanitária de Parnamirim 394 casos de dengue, dos quais 147 foram positivos. No mesmo período de 2009 notificamos apenas 41 casos, representando uma redução de 89,6%”, informa o secretário de Saúde, Marciano Paisinho.
Mesmo assim, diz ele, é necessário um esforço concentrado tendo em vista o início da temporada de chuvas que deixa a cidade mais vulnerável.
Este ano já choveu 565 milímetros em Parnamirim. A tendência é o inverno ficar mais rigoroso a partir da segunda quinzena de maio.
Os infectologistas lembram que uma simples latinha deixada no quintal de casa, no período de inverno, pode se transformar num criadouro de larva fazendo com que o mosquito se prolifere e dissemine a doença naquela localidade.
O secretário adjunto de Saúde, Henrique Costa, disse que o índice de infestação predial de Parnamirim, que era de 0,3 no primeiro ciclo subiu para 0,5 no segundo.



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