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13 de mar. de 2009

Nenhum dos três senadores do RN anunciou ainda a devolução do dinheiro das horas extras pagas pelo Senado durante o recesso de janeiro

Apenas 6 dos 81 senadores pediram formalmente o cancelamento da hora extra recebida pelos funcionários de gabinete durante o mês de janeiro, quando o Senado estava em recesso. O comando do Senado deixou que cada senador decida se devolverá ou não o dinheiro.

Durante o recesso de janeiro, mais de três mil servidores do Senado, sem trabalhar, receberam juntos mais de seis milhões de reais relativos a horas extras.

Pagamento aconteceu ainda na gestão do senador Garibaldi Filho na presidência do Senado.

Mas Garibaldi declarou que não sabia nadica de nada sobre o pagamento das horas extras, que teria sido autorizado pelo primeiro secretário, senador Efraim Morais.

Já protocolaram a decisão de devolver o dinheiro os senadores José Sarney, Aloizio Mercadante, Álvaro Dias, Katia Abreu, Marina Silva e Tasso Jereissati. Outros cinco senadores disseram no plenário que iriam pedir a devolução, mas não formalizaram essa decisão.

Resta saber se os senadores potiguares – Garibaldi Filho, José Agripino e Rosalba Ciarlini - irão devolver o dinheiro que os funcionários dos seus gabinetes receberam durante o recesso de janeiro referente a horas extras.

O Ministério Público Federal do Distrito Federal abriu uma investigação sobre o caso.

Após pedir as informações para o Senado, os procuradores, se entenderem que o pagamento foi irregular, podem pedir desde a devolução do dinheiro até responsabilizar criminalmente os responsáveis pela medida.

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