O prefeito Carlos Eduardo é o destaque das páginas de política dos jornais Tribuna do Norte e o Poti deste domingo(8). As duas entrevistas são muito parecidas e tratam de dois assuntos: sucessão estadual de 2010 e administração municipal de Natal.
Sobre 2010, Carlos diz que ainda não decidiu se será candidato a governador ou a outro cargo eletivo. “A candidatura a que eu vou ser não está clara para mim. Não sei a que ainda. Vou ser candidato em 2010. Posso ser a deputado, como posso vir a ser candidato a um cargo majoritário”, disse o ex-prefeito.
Mais uma vez Carlos Eduardo frisa que não pretende deixar o PSB e nem o grupo que compõe a base aliada dos governos Wilma de Faria e do presidente Lula. Ele deixa claro que sua candidatura a governador está condicionada ao apoio da governadora.
“Claro. O conjunto de partidos de nossa aliança política passa pelo apoio da governadora Wilma de Faria que é uma importante liderança, como passa pelo apoio dos demais líderes e partidos políticos. Eu estou dentro de um arco ideológico que é a social democracia, que é a ideologia que eu me identifico. Tudo isso dentro de uma base de apoio ao governo federal. Então é nesse espaço que eu milito e vou continuar. Não tenho pretensão de mudar”, ressalta o ex-prefeito.
Carlos Eduardo contou nas duas entrevistas que o presidente Lula perguntou ao senador Garibaldi Filho porque ele(Carlos) não seria o candidato das forças governistas do Estado a governador. Foi durante a despedida de Garibaldi como presidente do Senado.
Segundo Carlos, na conversa com Garibaldi Lula demonstrou interesse em manter a aliança da base dele no Rio Grande do Norte e perguntou: “Por que não lançar o nome do ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo, que fez uma boa gestão, como candidato ao governo?”, indagou Lula a Garibaldi.
Continua Carlos: “Ao que Garibaldi Filho respondeu que eu tinha sido um bom prefeito, mas que havia perdido a sucessão em Natal com a candidata Fátima Bezerra. Foi aí que Lula insistiu e disse a Garibaldi: “Você sabe tanto quanto eu que uma eleição é diferente da outra, cada eleição tem sua história”. Eu fiquei muito honrado com a lembrança do presidente. Mas é cedo para me colocar como candidato ao governo, embora admito que meu nome pode ser colocado”.
Sobre 2010, Carlos diz que ainda não decidiu se será candidato a governador ou a outro cargo eletivo. “A candidatura a que eu vou ser não está clara para mim. Não sei a que ainda. Vou ser candidato em 2010. Posso ser a deputado, como posso vir a ser candidato a um cargo majoritário”, disse o ex-prefeito.
Mais uma vez Carlos Eduardo frisa que não pretende deixar o PSB e nem o grupo que compõe a base aliada dos governos Wilma de Faria e do presidente Lula. Ele deixa claro que sua candidatura a governador está condicionada ao apoio da governadora.
“Claro. O conjunto de partidos de nossa aliança política passa pelo apoio da governadora Wilma de Faria que é uma importante liderança, como passa pelo apoio dos demais líderes e partidos políticos. Eu estou dentro de um arco ideológico que é a social democracia, que é a ideologia que eu me identifico. Tudo isso dentro de uma base de apoio ao governo federal. Então é nesse espaço que eu milito e vou continuar. Não tenho pretensão de mudar”, ressalta o ex-prefeito.
Carlos Eduardo contou nas duas entrevistas que o presidente Lula perguntou ao senador Garibaldi Filho porque ele(Carlos) não seria o candidato das forças governistas do Estado a governador. Foi durante a despedida de Garibaldi como presidente do Senado.
Segundo Carlos, na conversa com Garibaldi Lula demonstrou interesse em manter a aliança da base dele no Rio Grande do Norte e perguntou: “Por que não lançar o nome do ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo, que fez uma boa gestão, como candidato ao governo?”, indagou Lula a Garibaldi.
Continua Carlos: “Ao que Garibaldi Filho respondeu que eu tinha sido um bom prefeito, mas que havia perdido a sucessão em Natal com a candidata Fátima Bezerra. Foi aí que Lula insistiu e disse a Garibaldi: “Você sabe tanto quanto eu que uma eleição é diferente da outra, cada eleição tem sua história”. Eu fiquei muito honrado com a lembrança do presidente. Mas é cedo para me colocar como candidato ao governo, embora admito que meu nome pode ser colocado”.



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