Transcrevo na íntegra o comentário da jornalista Anna Ruth sobre a falta de espaço na Câmara Municipal de Natal para a imprensa desempenhar o seu trabalho.
É inadmissível que uma Câmara Municipal de uma capital como Natal não disponha de um espaço adequado para a imprensa trabalhar.
Concordo plenamente com o pensamento de Anna Ruth, que expressa o sentimento dos profissionais que fazem a cobertura jornalística da Câmara Municipal.
Eis o comentário da colega:
Lamentável o episódio presenciado hoje na Câmara Municipal de Natal.
Na contramão de todo bom senso, o Legislativo da capital potiguar acabou com o espaço antes destinado aos jornalistas A TRABALHO naquela Casa.
Longe dos repórteres desejarem prioridade, regalias ou conforto nas áreas do Legislativo. No entanto, para que a imprensa possa exercer o seu trabalho e ter o livre trânsito, necessário ao exercício da profissão, é preciso uma área reservada, que possibilite o contato mais próximo com os parlamentares.
É assim que funciona em todos os Legislativos do Brasil e do mundo.
O assunto (da falta de espaço físico para os jornalistas permanecerem na Casa) chegou a ser colocado em plenário com a posição do primeiro secretário, Albert Dickson. Ele anunciou que, a partir de amanhã, o espaço reservado voltaria a ser "prioritário para os jornalistas".
Sobre essa “prioridade” uma observação: a imprensa não busca prioridade, mas apenas o mínimo de condição para fazer o seu trabalho. E esse “mínimo” recai, exatamente, sobre espaço físico.
Após a declaração de Albert Dickson, o estreante Chagas Catarino revidou: disse que o espaço era para o povo. Certamente esse parlamentar ainda não foi “apresentado” na Câmara Municipal ao espaço conhecido como “galeria”, destinado às pessoas que desejam assistir às sessões.
E, o pior, o vereador desconhece o grande papel desempenhado pela imprensa. Afinal, quantos milhares ou milhões de pessoas não são informadas das atividades Legislativas exatamente pelos veículos de comunicação?
Não oferecer o mínimo de espaço para os jornalistas é uma insensatez e uma irresponsabilidade.
O Legislativo de Natal, que recentemente passou por grandes escândalos envolvendo denúncias de corrupção, volta a ser notícia e, mais uma vez, por ir na contramão com medidas antipáticas e descabidas.
A imprensa? Essa cumpre o seu papel, de forma digna e com honradez. E a Câmara Municipal? As medidas populistas acabam em si mesmas. O "povo", o mesmo que elegeu esses 21 parlamentares, quer mais e precisa de mais. É necessário seriedade no trabalho e responsabilidade com o que fala e no que faz.
Se os integrantes dessa Legislatura afirmavam que seria um "novo tempo" na Câmara. Pois começaram muito mal.
É inadmissível que uma Câmara Municipal de uma capital como Natal não disponha de um espaço adequado para a imprensa trabalhar.
Concordo plenamente com o pensamento de Anna Ruth, que expressa o sentimento dos profissionais que fazem a cobertura jornalística da Câmara Municipal.
Eis o comentário da colega:
Lamentável o episódio presenciado hoje na Câmara Municipal de Natal.
Na contramão de todo bom senso, o Legislativo da capital potiguar acabou com o espaço antes destinado aos jornalistas A TRABALHO naquela Casa.
Longe dos repórteres desejarem prioridade, regalias ou conforto nas áreas do Legislativo. No entanto, para que a imprensa possa exercer o seu trabalho e ter o livre trânsito, necessário ao exercício da profissão, é preciso uma área reservada, que possibilite o contato mais próximo com os parlamentares.
É assim que funciona em todos os Legislativos do Brasil e do mundo.
O assunto (da falta de espaço físico para os jornalistas permanecerem na Casa) chegou a ser colocado em plenário com a posição do primeiro secretário, Albert Dickson. Ele anunciou que, a partir de amanhã, o espaço reservado voltaria a ser "prioritário para os jornalistas".
Sobre essa “prioridade” uma observação: a imprensa não busca prioridade, mas apenas o mínimo de condição para fazer o seu trabalho. E esse “mínimo” recai, exatamente, sobre espaço físico.
Após a declaração de Albert Dickson, o estreante Chagas Catarino revidou: disse que o espaço era para o povo. Certamente esse parlamentar ainda não foi “apresentado” na Câmara Municipal ao espaço conhecido como “galeria”, destinado às pessoas que desejam assistir às sessões.
E, o pior, o vereador desconhece o grande papel desempenhado pela imprensa. Afinal, quantos milhares ou milhões de pessoas não são informadas das atividades Legislativas exatamente pelos veículos de comunicação?
Não oferecer o mínimo de espaço para os jornalistas é uma insensatez e uma irresponsabilidade.
O Legislativo de Natal, que recentemente passou por grandes escândalos envolvendo denúncias de corrupção, volta a ser notícia e, mais uma vez, por ir na contramão com medidas antipáticas e descabidas.
A imprensa? Essa cumpre o seu papel, de forma digna e com honradez. E a Câmara Municipal? As medidas populistas acabam em si mesmas. O "povo", o mesmo que elegeu esses 21 parlamentares, quer mais e precisa de mais. É necessário seriedade no trabalho e responsabilidade com o que fala e no que faz.
Se os integrantes dessa Legislatura afirmavam que seria um "novo tempo" na Câmara. Pois começaram muito mal.



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