As doações ocultas para as campanhas dos candidatos que disputaram às eleições de cinco de outubro foi uma realidade em todo o país. Dos R$ 115 milhões arrecadados pelos prefeitos eleitos nas 26 capitais brasileiras, R$ 41 milhões (36%) têm origem desconhecida.
Os partidos recorreram a uma brecha na legislação eleitoral para ocultar a identidade dos doares que não quiseram que seus nomes aparecessem na prestação de contas junto ao Tribunal Superior Eleitoral(TSE).

Em vez de injetarem recursos diretamente nas contas dos candidatos, as empresas ou pessoas físicas fazem suas contribuições aos partidos, que as repassam às campanhas. Assim, as prestações de contas feitas após as eleições registram os diretórios partidários como a origem dos recursos e não os doadores.
O artifício, chamado de "burla legal" pelos técnicos do TSE, foi utilizado em pelo menos 17 das 26 campanhas vitoriosas nas capitais.
É o caso da prefeita eleita de Natal, Micarla de Souza (PV). Ela foi quem mais usou proporcionalmente do expediente: 87% de sua arrecadação foi proveniente do diretório estadual do PV no Rio Grande do Norte.
Na prestação de contas de Micarla, só é possível saber os responsáveis por 13% do financiamento de sua campanha. O restante das doações entra como recursos oriundos do diretório estadual do PV.
Dos mais de três milhões de reais arrecadados pela campanha de Micarla, dois milhões e 400 mil aparecem como provenientes do diretório do PV no Rio Grande do Norte.
Será que o PV tem tanto dinheiro assim?
Os partidos recorreram a uma brecha na legislação eleitoral para ocultar a identidade dos doares que não quiseram que seus nomes aparecessem na prestação de contas junto ao Tribunal Superior Eleitoral(TSE).

Em vez de injetarem recursos diretamente nas contas dos candidatos, as empresas ou pessoas físicas fazem suas contribuições aos partidos, que as repassam às campanhas. Assim, as prestações de contas feitas após as eleições registram os diretórios partidários como a origem dos recursos e não os doadores.
O artifício, chamado de "burla legal" pelos técnicos do TSE, foi utilizado em pelo menos 17 das 26 campanhas vitoriosas nas capitais.
É o caso da prefeita eleita de Natal, Micarla de Souza (PV). Ela foi quem mais usou proporcionalmente do expediente: 87% de sua arrecadação foi proveniente do diretório estadual do PV no Rio Grande do Norte.
Na prestação de contas de Micarla, só é possível saber os responsáveis por 13% do financiamento de sua campanha. O restante das doações entra como recursos oriundos do diretório estadual do PV.
Dos mais de três milhões de reais arrecadados pela campanha de Micarla, dois milhões e 400 mil aparecem como provenientes do diretório do PV no Rio Grande do Norte.
Será que o PV tem tanto dinheiro assim?



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