O Orçamento Geral do Estado(OGE) foi o principal assunto da sessão plenária desta quarta-feira(5) na Assembléia Legislativa.O assunto foi abordado pelo deputado Walter Alves(foto), presidente da comissão de Finanças e Fiscalização, onde se encontra a matéria encaminhada pelo Executivo.

Walter fez algumas ponderações que julga importantes para o início dos debates, tanto na Comissão como em plenário, recebendo o apoio dos parlamentares que o apartearam na sessão.
A proposta encaminhada pelo governo do Estado estima o orçamento geral para o próximo ano em 7 bilhões 528 milhões de reais, ou seja, quase 22% maior do que a proposta para o atual exercício.
De acordo com os dados apresentados pelo deputado do PMDB, a receita tributária está prevista para crescer 14,8%%. Já as transferências correntes aumentaram 21,3% e as operações de crédito vão ser maiores em 118,57%. As transferências de capital vão subir 44,9%, tomando-se como base o orçamento de 2008.
"Nas destinações dos recursos verificamos que houve um acréscimo de 1,4% nas previsões orçamentárias destinadas ao poder Legislativo; 6,17% para as do poder Judiciário e 23,57% para o poder Executivo”, afirmou Waltinho.
Corte - O presidente da Comissão de Fiscalização e Finanças defendeu o corte de 20% do custeio ruim do Estado, o que segundo ele pode significar uma economia superior ou da ordem de R$ 400 milhões.
"O custeio ruim é o excesso. É o que extrapola um patamar razoável. Gastos desnecessários com diárias, passagens, telefones celulares para os agentes públicos, veículos alugados, entre outros", enfatizou o deputado peemedebista.
Walter Alves foi aparteado pelos deputados José Dias, Fernando Mineiro, Márcia Maia e Lavoisier Maia, todos eles concordando que a peça orçamentária deste ano deve ser discutida em profundidade, antes da sua votação, que deve acontecer até o dia 15 de dezembro.

Walter fez algumas ponderações que julga importantes para o início dos debates, tanto na Comissão como em plenário, recebendo o apoio dos parlamentares que o apartearam na sessão.
A proposta encaminhada pelo governo do Estado estima o orçamento geral para o próximo ano em 7 bilhões 528 milhões de reais, ou seja, quase 22% maior do que a proposta para o atual exercício.
De acordo com os dados apresentados pelo deputado do PMDB, a receita tributária está prevista para crescer 14,8%%. Já as transferências correntes aumentaram 21,3% e as operações de crédito vão ser maiores em 118,57%. As transferências de capital vão subir 44,9%, tomando-se como base o orçamento de 2008.
"Nas destinações dos recursos verificamos que houve um acréscimo de 1,4% nas previsões orçamentárias destinadas ao poder Legislativo; 6,17% para as do poder Judiciário e 23,57% para o poder Executivo”, afirmou Waltinho.
Corte - O presidente da Comissão de Fiscalização e Finanças defendeu o corte de 20% do custeio ruim do Estado, o que segundo ele pode significar uma economia superior ou da ordem de R$ 400 milhões.
"O custeio ruim é o excesso. É o que extrapola um patamar razoável. Gastos desnecessários com diárias, passagens, telefones celulares para os agentes públicos, veículos alugados, entre outros", enfatizou o deputado peemedebista.
Walter Alves foi aparteado pelos deputados José Dias, Fernando Mineiro, Márcia Maia e Lavoisier Maia, todos eles concordando que a peça orçamentária deste ano deve ser discutida em profundidade, antes da sua votação, que deve acontecer até o dia 15 de dezembro.



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