Mesmo se confirmar a vitória em São Paulo, maior colégio eleitoral do país, a oposição ao Palácio do Planalto deverá acordar segunda-feira com um patrimônio perdido de cerca de 10 milhões de eleitores.
O número é maior do que o eleitorado de toda a região Norte (9,4 milhões), ou próximo da votação recebida por Geraldo Alckmin (PSDB), em 2006, no Estado de São Paulo (11,6 milhões de votos), onde o tucano teve o seu melhor desempenho.
Hoje, desconsiderando o resultado das eleições, PSDB, DEM e PPS governam juntos 1.760 cidades onde vivem 44,6 milhões de eleitores. No primeiro turno, os três partidos elegeram 1.410 prefeitos, que representam 25,7 milhões de eleitores.
Se confirmado o que dizem as pesquisas disponíveis até ontem, sairão do segundo turno com apenas mais três vitórias (em São Paulo, São Luís e Cuiabá) e passarão a governar 34,9 milhões de eleitores.
Comparado ao resultado das eleições de 2004, o desempenho da oposição é ainda pior- e evidencia uma tendência de queda. Naquele ano, mesmo depois de perder a disputa presidencial, as três siglas conquistaram quase 2.000 cidades e 48 milhões de eleitores.
É o que informa o jornal Folha de S.Paulo, edição deste sábado(25).
PMDB vencedor - A Folha mapeou a cobertura real dos partidos no país e calculou o patrimônio eleitoral com que eles darão a largada rumo a 2010.
O levantamento revela que o PMDB pode se tornar amanhã o grande vencedor das eleições. Já conquistou 19,9 milhões de eleitores no primeiro turno e ainda disputa em 12 cidades. Em cinco, aparece em primeiro em pesquisas recentes.
Se confirmar essas vitórias, o PMDB comandará 23,5 milhões de eleitores a partir de 2009. A sigla ainda concorre no Rio, com Eduardo Paes tecnicamente empatado com Fernando Gabeira (PV). Se vencer lá, vai ultrapassar 30 milhões.
O PT chega à reta final das eleições com razões para comemorar e lamentar. Ganhou terreno, aumentando no primeiro turno o número de prefeituras de 411 (conquistadas em 2004) para 548.
Amanhã, tem chances reais em 12 cidades de grande e médio porte. Pode assim ultrapassar a faixa de 20 milhões de eleitores.
A má notícia para o PT é que ele está diante de prováveis derrotas em algumas das cidades mais importantes -São Paulo, Porto Alegre e Salvador. Nas palavras de um petista influente, "uma vitória eleitoral, mas uma derrota política".
Fonte: Jornal Folha de S.Paulo, hoje
O número é maior do que o eleitorado de toda a região Norte (9,4 milhões), ou próximo da votação recebida por Geraldo Alckmin (PSDB), em 2006, no Estado de São Paulo (11,6 milhões de votos), onde o tucano teve o seu melhor desempenho.
Hoje, desconsiderando o resultado das eleições, PSDB, DEM e PPS governam juntos 1.760 cidades onde vivem 44,6 milhões de eleitores. No primeiro turno, os três partidos elegeram 1.410 prefeitos, que representam 25,7 milhões de eleitores.
Se confirmado o que dizem as pesquisas disponíveis até ontem, sairão do segundo turno com apenas mais três vitórias (em São Paulo, São Luís e Cuiabá) e passarão a governar 34,9 milhões de eleitores.
Comparado ao resultado das eleições de 2004, o desempenho da oposição é ainda pior- e evidencia uma tendência de queda. Naquele ano, mesmo depois de perder a disputa presidencial, as três siglas conquistaram quase 2.000 cidades e 48 milhões de eleitores.
É o que informa o jornal Folha de S.Paulo, edição deste sábado(25).
PMDB vencedor - A Folha mapeou a cobertura real dos partidos no país e calculou o patrimônio eleitoral com que eles darão a largada rumo a 2010.
O levantamento revela que o PMDB pode se tornar amanhã o grande vencedor das eleições. Já conquistou 19,9 milhões de eleitores no primeiro turno e ainda disputa em 12 cidades. Em cinco, aparece em primeiro em pesquisas recentes.
Se confirmar essas vitórias, o PMDB comandará 23,5 milhões de eleitores a partir de 2009. A sigla ainda concorre no Rio, com Eduardo Paes tecnicamente empatado com Fernando Gabeira (PV). Se vencer lá, vai ultrapassar 30 milhões.
O PT chega à reta final das eleições com razões para comemorar e lamentar. Ganhou terreno, aumentando no primeiro turno o número de prefeituras de 411 (conquistadas em 2004) para 548.
Amanhã, tem chances reais em 12 cidades de grande e médio porte. Pode assim ultrapassar a faixa de 20 milhões de eleitores.
A má notícia para o PT é que ele está diante de prováveis derrotas em algumas das cidades mais importantes -São Paulo, Porto Alegre e Salvador. Nas palavras de um petista influente, "uma vitória eleitoral, mas uma derrota política".
Fonte: Jornal Folha de S.Paulo, hoje



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