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4 de nov. de 2010

Depoimento do engenheiro Gledson Maia continua na sede da PF e não tem hora para acabar

O depoimento do engenheiro Gledson Maia, superintendente adjunto do DNIT no Estado, continua na Polícia Federal.

Mas não há maiores informações as razões que levaram a PF a deter o sobrinho do deputado federal João Maia(PR) e do deputado federal distrital eleito Agaciel Maia(PTC).

Os advogados do engenheiro são Adriano Dantas e Caio Vítor.

Os dois estão na sede da PF.

Eles afirmam que não sabem os motivos do depoimento de Gledson.

O depoimento começou por volta das 16 horas e não tem hora para acabar.

Gledson estava no restaurante Sal & Brasa, na tarde de hoje, quando foi levado para a sede da PF para prestar depoimento.

A expectativa dos advogados de Glaydson é que após o depoimento o engenheiro seja liberado.

PSDB, DEM e PPS podem apoiar Henrique

Deu na coluna Radar Online:

- Apesar do cessar-fogo momentâneo entre PMDB e PT na disputa pela presidência da Câmara, deputados peemedebistas comemoram sinais dados por alas de PSDB, DEM e PPS de que Henrique Eduardo Alves terá apoio para vencer um adversário petista.

Superintendente adjunto do DNIT é detido pela Polícia Federal e presta depoimento neste momento

A Polícia Federal está ouvindo neste momento o engenheiro Gledson Maia, superintendente adjunto do Departamento Nacional de Estradas e Rodagens(DNIT) no RN.

Segundo informações chegadas ao blog, Gledson Maia estava no restaurante Sal & Brasa, na tarde de hoje, quando foi abordado pela Polícia Federal.

Ainda não há informações precisas sobre o caso.

O superintendente adjunto do DNIT foi levado para a superintendência da Polícia Federal para prestar depoimento.

Gledson Maia é sobrinho do deputado federal João Maia, presidente estadual do PR.

Deputado Nelter Queiroz pede ao Ministério Público que investique as razões que levaram Gilson Moura a renunciar ao seu mandato na Assembléia Legislativa

Foto: João Gilberto
O deputado Nelter Queiroz(PMDB) acaba de protocolar na Procuradoria Geral de Justiça ofício solicitando que o Ministério Público fiscalize as razões da renúncia do deputado Gilson Moura(PV).

No ofício endereçado ao Procurador Geral de Justiça, Manoel Onofre Neto, Nelter(foto) afirma que a renúncia de Gilson ao mandato conquistado em 2006 surpreendeu a todos que integram o Poder Legislativo Estadual, principalmente pelo fato de faltar menos de três meses para o fim da atual legislatura.

“Aparentemente não há nenhuma razão que justifique a atitude de Gilson Moura em renunciar ao seu mandato de deputado”, diz Nelter no ofício.

E acrescenta: “Talvez haja um acordo com o suplente em troca de apoio eleitoral, mas esse acordo parece que só pode ser cumprido com o pedido de licença de 120 dias, como determina o Regimento Interno da Assembléia”.

O suplente a que Nelter se refere é o Sargento Siqueira(PV).

Concluindo, Nelter afirma no ofício encaminhado ao Procurador Geral de Justiça: “Peço a Vossa Excelência que faça as investigações necessárias, pois o mandato de deputado estadual não pode ser moeda de troca do apoio a eleição”.

Operação Impacto

O deputado Gilson Moura entrou ontem na Assembléia Legislativa com o pedido de renúncia do seu mandato atual.

Gilson não deu nenhuma explicação sobre os motivos que o levaram a pedir renúncia do seu mandato, faltando menos de três meses para o término da atual legislatura.

Ao deputado Fernando Mineiro(PT), Gilson disse que havia renunciado ao mandato para cuidar de uma irmã que estava doente.

Nos meios políticos, no entanto, corre a versão de que Gilson pediu renúncia para beneficiar o Sargento Siqueira, que está envolvido no processo da Operação Impacto.

Assumindo a condição de deputado, Siqueira passa a ter foro privilegiado e o processo da Operação Impacto retorna ao Tribunal de Justiça.

O processo da Operação Impacto está na sua última etapa e no início de 2011 o juiz Raimundo Carlyle iria proferir a sua sentença.

Com o processo saindo da 4ª vara criminal e voltando ao TJ, os envolvidos na Operação Impacto, entre eles Sargento Siqueira, ganham mais tempo.

Cabe ao deputado Gilson Moura explicar de forma clara as razões que o levaram a renunciar ao mandato conquistado nas urnas no pleito de 2006.

Cabe também ao PV se pronunciar sobre o assunto.

Até porque, de acordo com a lei da fidelidade partidária, o mandato pertence ao partido e não ao parlamentar.

Henrique foi o deputado federal que mais arrecadou e o que mais gastou na campanha eleitoral deste ano

O deputado federal Henrique Alves(PMDB) foi o candidato à Câmara dos Deputados que apresentou à Justiça Eleitoral a maior receita e o maior gasto durante a campanha deste ano.


Dos deputados federais eleitos, Betinho Rosado foi o que apresentou menor arrecadação e o gasto mais modesto.

Confira as receitas e as despesas dos principais candidatos à Câmara Federal:

Henrique Alves(PMDB)
Receitas: R$ 3.363.330,00
Despesas: R$ 3.363.372,21

Felipe Maia(DEM)
Receitas: R$ 1.759.900,00
Despesas: R$ 1.817.264,39

Fábio Faria(PMN)
Receitas: R$ 1.415.087,20
Despesas: R$ 1.415.036,47

João Maia(PR)
Receitas: R$ 1.134.415,86
Despesas: R$ 1.134.383,86

Rogério Marinho(PSDB)
Receitas: R$ 879.800,00
Despesas: R$ 879.800,00

Sandra Rosado(PSB)
Receitas: R$ R$ 596.601,00
Despesas: R$ 596.588,98

Fátima Bezerra(PT)
Receitas: R$ 472.742,58
Despesas: R$ 472.742,58

Paulo Vagner(PV)
Receitas: R$ 429.458,93
Despesas: R$ 429.458,93

Betinho Rosado(DEM)
Receitas: R$ 352.485,00
Despesas: R$ R$ 375.697,24

Wober Júnior(PPS)
Receitas: R$ 167.093,39
Despesas: R$ R$ 217.976,41

Adenúbio Melo(PSB)
Receitas: R$ 113.772,00
Despesas: R$ R$ 126.110,88

Rosy de Souza(PV)
Receitas: R$ 811.687,01
Despesas: R$ R$ 811.510,22

Agnelo diz que vai apresentar projeto acabando com a obrigatoriedade do uso do paletó nas sessões da AL

O jornalista e deputado estadual eleito Agnelo Alves(PDT) disse ontem, durante o programa Panorama do RN, levado ao ar diariamente pela rádio Globo Natal, que quando assumir o mandato em 2011 vai apresentar um projeto de lei acabando com a obrigatoriedade do uso do paletó no plenário da Assembléia Legislativa.

Segundo Agnelo, o clima de Natal é muito quente e não há a necessidade da obrigatoriedade do uso do paletó nas sessões da AL.

O uso do paletó é obrigatório em todas as Casas Legislativas do País e do mundo. E em todos os tribunais.

É um tema que não merece um projeto de lei.

Tem coisas muito mais importantes, né Agnelo?

PEC do deputado José Dias que acaba com a reeleição na Assembléia Legislativa consegue 10 assinaturas e terá parecer favorável da Comissão de Constituição

Como o blog antecipou, o deputado José Dias(PMDB) reapresentou na sessão plenária desta quarta-feira(30) o Projeto de Emenda Constitucional(PEC) que veta a reeleição de presidente da Assembléia Legislativa numa mesma legislatura.

A PEC precisava de no mínimo 8 assinaturas para tramitar na Assembléia. Conseguiu 10 e agora segue para a Comissão de Constituição e Justiça.

O presidente da Comissão, deputado Fernando Mineiro(PT), avocou para si a relatoria da PEC e já anunciou que na próxima terça-feira dará parecer favorável à matéria.

De acordo com o deputado José Dias, a Emenda vai restabelecer o princípio democrático da substituição das pessoas no exercício da presidência da Mesa Diretora da AL.

Ele elogiou os 8 anos de mandato do deputado Robinson Faria(PMN) no comando do Poder Legislativo do Estado.

“Falo com toda isenção, pois não tenho o que reclamar do período longo exercido pelo presidente Robinson Faria. A administração dele foi a mais liberal no relacionamento com os deputados. A implantação da TV Assembléia só foi possível por causa do largo tempo de mandato”, disse José Dias.

Depois da Comissão de Constituição e Justiça a PEC segue para uma comissão especial, que será criada pelo presidente da AL para avaliar o mérito.

Em seguida, a matéria vai a plenário, onde será votada em dois turnos, necessitando de 15 votos favoráveis para ser aprovada.

3 de nov. de 2010

TRT/RN elege novos dirigentes

Foto: Vanessa Arruda
Presidente eleito Ronaldo Medeiros(direita) e o vice-presidente eleito José Rêgo(esquerda)


O Tribunal Regional do Trabalho do Rio Grande do Norte elegeu nesta quarta-feira (3) seus novos dirigentes para o biênio 2011/2012.

O desembargador Ronaldo Medeiros foi eleito novo presidente e o cargo de vice ficou com o desembargador José Rêgo Junior, que também assume, automaticamente, a função de ouvidor do TRT/RN.

A posse dos eleitos acontece no dia 5 de janeiro de 2011.

O processo de condução dos novos dirigentes obedeceu a Lei Orgânica da Magistratura Nacional (LOMAN), que forma uma lista tríplice, entre os magistrados mais antigos, obedecendo ao critério de rodízio.

Dessa maneira, só podem fazer parte desta lista e concorrer aos cargos os desembargadores que ainda não tiverem exercido estas funções administrativas.

Estiveram presentes na sessão todos os desembargadores que formam a Corte do TRT potiguar e a procuradora-chefe do Ministério Público do Trabalho, Izabel Christina Ramos.

O novo presidente do TRT/RN firmou o compromisso de honrar a confiança depositada na sua eleição.

“Vamos seguir o planejamento estratégico do tribunal, que já estabelece metas para a administração, com o objetivo de obter o melhor retorno do corpo funcional e de atingir a distribuição da justiça da melhor forma possível”, destacou Ronaldo Medeiros.

João Paulo, 3º deputado federal mais votado de PE, visita Natal e almoça com Fátima Bezerra

Foto: Assessoria
Deputado federal eleito João Paulo visitou Natal e almoçou
 com a deputada federal reeleita Fátima Bezerra


Quem esteve hoje em Natal foi o ex-prefeito de Recife e deputado federal eleito João Paulo(PT-PE).

Ele aproveitou sua presença em Natal para se encontrar com a deputada Federal reeleita Fátima Bezerra(PT-RN).

Os dois almoçaram e conversaram sobre as perspectivas para a próxima legislatura na Câmara dos Deputados.

João Paulo foi um campeão de votos em Pernambuco. Ele obteve 264.250 votos, sendo o 3º mais votado.

Já Fátima foi a deputada federal mais votada no RN, obtendo mais de 220 mil votos.

Em Brasília, governadora eleita Rosalba Ciarlini ganha festa pela vitória e alusiva ao seu aniversário

Fotos: Assessoria/Rosalba
A governadora eleita Rosalba Ciarlini desembarcou nesta quarta-feira(3) em Brasília e foi recebida com flores e aplausos no aeroporto Juscelino kubistschek por norteriograndenses que moram na capital federal.
No seu gabinete, no Senado, Rosalba ganhou festa dos funcionários pela vitória para o Governo do Estado e alusiva ao seu aniversário comemorado no último dia 26 de outubro.

Participaram da festa os senadores João Faustino, Mão Santa, Marisa Serrano e Alfredo Cotait, que assumiu o lugar de Romeu Tuma, além do ex-deputado Carlos Augusto Rosado, marido da governadora eleita.

O senador Garibaldi Filho, apesar de licenciado do Senado, participou dos comes e bebes, juntamente com o deputado federal Betinho Rosado e o vice-prefeito de Natal Paulinho Freire, que está em Brasília.
Rosalba ladeada por Betinho Rosado, Garibaldi Filho, Mão Santa, Carlos Augusto e João Faustino

Ministério Público pede anulação do contrato de Instituto de Pernambuco com a UPA de Pajuçara

O Ministério Público Estadual entrou com ação civil pública (ACP) pedindo anulação do contrato com o Instituto Pernambucano de Assistência e Saúde (IPAS) responsável pela gestão da Unidade de Pronto Atendimento do Pajuçara (UPA do Pajuçara).

Na ação, os Promotores de Justiça exigem ainda que a prefeitura convoque os aprovados no último concurso público e assuma a administração da UPA.

A ACP, assinada por quatro Promotores de Justiça das áreas de Saúde e Patrimônio Público, aponta diversas irregularidades no processo de escolha e contratação do IPAS para gerenciar a Unidade de Pronto Atendimento. Entre os vários pontos contestados pelo Ministério Público estão ilegalidades no processo de qualificação do IPAS; a falta de publicidade; e a ausência de natalenses no Conselho de Administração do IPAS.

“Não há ‘parceirização’ nem contrato de gestão propriamente dito, mas mera terceirização do serviço, feita a 'toque de caixa'”, diz a ação civil pública.

Na ação, os Promotores de Justiça destacam declarações do atual Secretário de Saúde de Natal que afirmou que a indicação do IPAS foi do secretário de saúde de Pernambuco; que este forneceu o nome e telefone do Procurador do IPAS; que uma semana antes da qualificação, tal Procurador esteve em Natal para cuidar da contratação; que havia uma pressão do Ministério da Saúde para a colocação em funcionamento imediato da UPA; e que a inauguração pelo Presidente da República já havia sido agendada quando o representante do IPAS veio a Natal.

Convencidos dos vários aspectos ilegais existentes no processo, os Promotores de Justiça pedem: a imediata desqualificação judicial do IPAS como organização social; condenação do Município de Natal a se abster de qualificar entidades privadas como organizações sociais para fins de atuação no Sistema Único de Saúde, bem como se abster de firmar contratos de gestão com essas entidades que tenham por objeto a prestação de serviços públicos de saúde para atividade fim; condenação do Município de Natal a se abster de renovar a contratação emergencial do IPAS, além do prazo em curso de 180 dias, previsto em cláusula contratual.

Os Promotores pedem ainda: a retomada do treinamento dos servidores públicos integrantes do quadro da SMS para trabalhar na UPA Pajuçara; exigência para que o município reassuma a prestação do serviço público de saúde à população na UPA; a convocação e nomeação imediata, em quantidade suficiente para completar as escalas, dos aprovados para os cargos de Farmacêutico Bioquímico,Técnicos de Enfermagem, Enfermeiros e outros que haja disponibilidade de aprovados no último concurso público a serem chamados, considerando a proximidade de vencimento da validade de concurso realizado em 2006 (vencimento em 13/11/2010).

Fonte: Assecom/MPE

Deputado Gilson Moura renuncia ao mandato e Sargento Siqueira assume até janeiro

Além da reapresentação da PEC que acaba com a reeleição da mesa diretora da Assembléia Legislativa, a novidade da sessão desta quarta-feira(3) foi a apresentação de um ofício do deputado Gilson Moura(PV) renunciando ao mandato.

A renúncia é do mandato atual.

Com a renúncia de Gilson, assume o 1º suplente do PV, Sargento Siqueira(PV).

Siqueira ficará na Assembléia até janeiro.

José Agripino foi o candidato ao Senado Federal que mais arrecadou e o que mais gastou

O senador reeleito José Agripino Maia(DEM) foi o candidato ao Senado Federal que mais arrecadou e o que mais gastou na campanha eleitoral deste ano.

É o que aponta a prestação de contas apresentada à Justiça Eleitoral por Agripino.

Confira:

Total de receitas – R$ 4.825.483,59

Total de despesa – R$ 4.975.092,57

Já o senador Garibaldi Filho(PMDB), também reeleito, veio logo em seguida na arrecadação e nos gastos, segundo a prestação de contas apresentada por ele à Justiça Eleitoral.

Confira:

Total de receitas - R$ 3.662.893,94

Total de despesas – R$ 3.662.893,00

Os dados referentes à ex-governadora Wilma de Faria(PSB), que disputou a eleição para o Senado e não conseguiu se eleger, ainda não estão disponíveis no site do TSE.

José Dias reapresenta hoje PEC que acaba com a reeleição da mesa diretora da Assembléia Legislativa

Foto: João Gilberto
O deputado José Dias(foto), líder do PMDB na Assembléia Legislativa, vai reapresentar na sessão de hoje Projeto de Emenda à Constituição(PEC) acabando com o instituto da reeleição nos cargos da mesa diretora da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Norte.

José Já havia apresentado a mesma PEC em 2006, mas até hoje não tramitou em nenhuma Comissão.

A PEC necessita da assinatura de 1/3 dos deputados, ou seja, 8 parlamentares para tramitar na Casa.

Caso receba as 8 assinaturas, a PEC vai tramitar na Comissão de Constituição e Justiça, que tem como presidente o deputado Fernando Mineiro(PT).

Recebendo parecer favorável da Comissão de Constituição e Justiça, a PEC passará por uma Comissão Especial designada pelo deputado Robinson Faria, que irá analisar o mérito do Projeto.

Para ser aprovada em plenário, a PEC terá que ser votada em dois turnos, num intervalo de 5 dias.

E precisa de 15 votos favoráveis para ser aprovada.

Prestação de contas: Rosalba Ciarlini arrecador por meio de conta individual R$ 5.646.040,00 e através do comitê de campanha R$ 5.028.100,00

Acabou nesta terça-feira(2) o prazo para os candidatos, partidos e comitês de campanha apresentarem à Justiça Eleitoral a prestação de contas referente ao pleito de três de outubro.

Os dados ainda não foram divulgados pelo Tribunal Regional Eleitoral(TRE).

Mas o Tribunal Superior Eleitoral(TSE) divulgou os dados de alguns governadores eleitos.

Segundo o TSE, Rosalba Ciarlini(DEM) arrecadou R$ 5.646.040,00 por meio da conta individual do candidato.

As doações recebidas por meio da conta do comitê de campanha de Rosalba somaram R$ 5.028.100,00.

Os candidatos podem receber doações de duas formas: por meio do comitê de campanha ou da conta individual.

A Justiça Eleitoral permite que esses dois fundos transfiram recursos entre si. Por isso, a arrecadação de um candidato não corresponde necessariamente à soma das contribuições à conta individual e ao comitê de campanha.

Henrique Alves: “O PMDB não cederá um milímetro nos seus direitos nem ousará faltar um milímetro nos seus deveres. Essa é a síntese do partido"

Líder do PMDB e candidato à presidência da Câmara, Henrique Eduardo Alves(foto)  explicou como seu partido negociará a participação no governo Dilma Rousseff: “O PMDB não cederá um milímetro nos seus direitos nem ousará faltar um milímetro nos seus deveres. Essa é a síntese do partido”.

Em entrevista ao blog de Josias de Souza, Henrique Alves se esforçou para jogar água na fervura que aquece as relações do seu partido com o petismo: “Ninguém está apostando em confronto com o PT. Não haverá. Não há a menor hipótese”.

Informou, porém, que o PMDB não abre mão de manter sob Dilma os seis ministérios que obteve na gestão Lula, à qual se incorporou em 2007. A partilha da Esplanada foi aberta na noite passada, em jantar que reuniu o vice-presidente eleito Michel Temer e o presidente do PT, José Eduardo Dutra.

Confira a entrevista de Henrique ao blog de Josias:

- Soube que o sr. e Cândido Vaccarezza [candidato do PT à presidência da Câmara] firmaram um armistício. É fato?
Henrique - Sim. Vamos tirar isso de pauta agora, porque é coisa para se resolver só em fevereiro. Temos uma pauta complicada pela frente: mais de dez medidas provisórias para votar e a formação do governo, que exige entendimento entre os aliados. Esse assunto [o comando da Câmara] pode aguardar um pouco.

- Como será negociada a participação do PMDB no novo governo?
Henrique - O PMDB não cederá um milímetro nos seus direitos nem ousará faltar um milímetro nos seus deveres. Essa é a síntese do partido.

- Acha possível resolver pacificamente as pendências com o PT?
Henrique - Ninguém no PMDB está apostando em confronto com o PT. Não haverá. Não há a menor hipótese.

- Definiu-se que PMDB e PT dividirão o comando da Câmara na próxima legislatura. Mas ambos querem ocupar a presidência no primeiro ano. Como resolver?
Henrique - Na atual legislatura, a maior bancada é a nossa. Tivemos o bom senso de entender que, em nome do melhor relacionamento, era importante fazer uma concessão. E fizemos. No primeiro biênio, foi o Arlindo [Chinaglia]. E, só depois, o Michel [Temer]. Não há razão para mudar esse critério.

- A partir de 2011, o PMDB terá menos deputados que o PT. Isso não enfraquece a sua posição? Henrique - Não enfraquece porque, na atual legislatura, o PT era a menor bancada e, por boa vontade do PMDB, ocupou a presidência antes de nós. Foi um gesto que fizemos para conciliar.

- No Senado, o PMDB invoca a condição de dono da maior bancada para reivindicar a presidência, não?
Henrique - No Senado é diferente. É uma questão regimental, está previsto no regimento que o maior partido tem direito de indicar o presidente. Não dá para envolver o Senado na negociação da Câmara.

- Como obter um consenso na Câmara?
Henrique - Quem vai ser o primeiro ou o segundo, o tempo dirá. O importante é que PT e PMDB se entendam nesse revezamento. Deu certo no governo Lula e, agora, tem mais razões ainda para dar certo. Não teremos mais o Lula, que matava no peito e resolvia as questões. Tinha crise, dificuldade, derrota, o Lula chamava e resolvia. Dilma vai ter que ser muito mais ajudada pelo conjunto dos partidos. Nós vamos ajudar.

- E quanto aos outros partidos com direito a voto na Câmara?
Henrique - Num primeiro momento, é preciso construir um entendimento entre os dois maiores partidos, o PMDB e o PT. Isso já será um sinal de maturidade. Num segundo momento, aquele que for escolhido terá de tentar ser o candidato de toda a Câmara, um representante das forças do governo e da oposição, do maior ao menor partido. Até porque, aquele que for o presidente terá o dever de encaminhar reformas importantes, como a política e a tributária. Será necessário o consenso.

- O DEM parece preferir o nome de Vaccarezza ao seu. Alega que o PMDB não pode presidir as duas Casas. Como reverter?
Henrique - Seria uma incoerência. Há dois, anos o DEM veio conosco, ajudou a eleger o Michel [Temer]. Não questionou que o Senado fosse nosso também. Não creio que será diferente agora.

- Acha que a fricção entre PMDB e PT pode resultar em desavença?
Henrique - Quem quiser incendiar isso aí [a disputa pelo comando da Câmara] não vai encontrar pólvora. Eu não vou deixar. Temos o dever de nos entender. O PMDB está num novo momento. Não tem esse negócio de brigar por cargos, criar problemas. Temos que ir para o governo [Dilma] ajudando a construir. É diferente do outro [o de Lula], que a gente apoiou e encontrou pronto. Agora, nós somos coresponsáveis.

- Legendas como o PSB reivindicam ministérios comandados pelo PMDB. O da Integração Nacional, por exemplo. O que acha?
Henrique - Veja bem, o PT tem 15 ministérios, o PMDB tem apenas seis. Fala-se em dispor da Saúde, da Integração... Mas alto lá! O PMDB tem hoje o tamanho que o Lula reconheceu na hora em que apoiamos o governo [em 2007]. Agora, nós ajudamos a construir a vitória [de Dilma]. Tem gente nossa que quer inclusive ampliar a participação.

- Acha que deve ser ampliada?
Henrique - Não. O PMDB deve ficar do tamanho que está. Para ampliar, seria preciso tomar alguma coisa de alguém. E não queremos tomar nada de ninguém. Vamos ficar com o que temos. Não adianta ficarmos satisfeitos e os outros partidos da coligação ficarem insatisfeitos. Nós temos que ajudar. Não teremos mais o Lula, que resolvia tudo. É hora de construir.

- Inclui o Banco Central de Henrique Meirelles na conta de seus ministérios?
Henrique - Não. Os nossos ministérios são: Saúde, Integração Nacional, Agricultura, Comunicações, Minas e Energia e Defesa. Lula reconheceu esse tamanho do PMDB na hora que o apoiamos. Agora, nós participamos da vitória. Poderíamos pensar em mais. O PT tem 15 ministérios. Mas não adianta pensarmos em mais. Estamos preocupoados com o conjunto da coligação. Queremos ajudar a presidente Dilma a substituir o Lula, uma tarefa quase impossível. Nós seremos parceiros nisso.

- O PMDB admite trocar seus ministérios por outros?
Henrique - A questão não é só de quantidade, mas de qualidade. Muitos dos nossos gostariam também de trocar. Há a pasta dos Transportes, a das Cidades... Mas, para mexer, desarruma. Por isso, o PMDB quer apenas preservar os espaços que obteve, ainda que agora o partido tenha ajudado a construir a vitória. Deixa como está. Vamos colaborar. O PMDB é, hoje, um novo partido.

- Como assim?
Henrique - Alcançamos a maturidade. O partido já errou muito, já apanhou muito. Tinha aquela briga intestina do grupo da Câmara com o do Senado, que nos prejudicou muito. Agora, estamos unidos. Essa união é a nossa força. Hoje, o Michel [Temer] fala por todo o partido. É um avanço extraordinário.

2 de nov. de 2010

PT aceitou o apoio de Micarla a Dilma por uma questão estratégica e não eleitoral

“Não existe a menor possibilidade de o PT vir a se aliar à prefeita Micarla de Souza”.

A declaração foi dada ao blog por um dos dirigentes do PT no Estado.

Segundo ele, o apoio de Micarla à candidatura de Dilma Rousseff foi uma questão isolada e específica, não tendo qualquer relação com o posicionamento do PT em Natal.

“Dilma não podia rejeitar apoios e o PT local não iria ficar contra o desejo da prefeita de apoiar a nossa candidata. Foi apenas isso e mais nada”, explicou o dirigente petista.

Na verdade o PT nacional aceitou o apoio de Micarla à candidatura de Dilma por um simples motivo: o partido estava preocupado com a possibilidade do PV, mesmo sem Marina, anunciar apoio à candidatura de José Serra.

Sendo Micarla a única prefeita do PV nas capitais brasileiras, o apoio dela a Dilma evitaria que os verdes decidissem apoiar Serra.

A deputada federal Fátima Bezerra, coordenadora da campanha de Dilma no Rio Grande do Norte, foi informada de tudo pelo ex-ministro Antônio Palocci.

Para os petistas Micarla nem precisaria anunciar apoio a Dilma, bastava que ela ficasse neutra, não apoiando Serra.

“O PT nacional sabia que do ponto de vista eleitoral o apoio de Micarla em nada acrescentaria à candidatura de Dilma, como realmente não acrescentou. Mas seria importante para enfraquecer a ala do PV que defendia o apoio do partido a José Serra”, afirma o dirigente petista.

Ele ressalta que o PT vai continuar fazendo oposição ao governo de Micarla, mas não a Natal. “A deputada Fátima Bezerra vai continuar trabalhando por Natal e pelo Rio Grande do Norte, mesmo o PT sendo oposição à gestão de Micarla e ao governo de Rosalba Ciarlini”, enfatizou o dirigente do PT.

João Faustino e José Bezerra deixam o Senado agora em novembro e voltam à condição de suplentes

O senador João Faustino(PSDB) volta à condição de suplente no próximo dia 17.

É a data em que o senador Garibaldi Filho(PMDB) retoma seu mandato.

A partir de 2011 João Faustino não mais será suplente de Garibaldi.

Mas vai continuar na suplência de senador.

Passará a exercer a suplência do senador José Agripino(DEM). Ele foi candidato a primeiro suplente de Agripino.

Faustino já avisou que não aceita assumir nenhum cargo no governo de Rosalba Ciarlini(DEM), caso seja convidado.

João pode voltar ao governo de São Paulo ou mesmo ser aproveitado na administração tucana de Minas Gerais.

José Bezerra Júnior

Quem também deixa o Senado agora em novembro é o senador José Bezerra Júnior(DEM).

Igualmente a Garibaldi, o senador José Agripino(DEM) vai retomar o seu mandato.

Ao contrário de João Faustino, Bezerra Júnior não será mais suplente de senador a partir de 2011.

Bezerra também não vai integrar o governo de Rosalba.

Ele já anunciou que mesmo que recebesse convite para exercer algum cargo na administração do DEM não aceitaria.

Chimbica detesta burocracia e isso é o que mais existe na administração pública.

Ceará-Mirim: Peixoto começa a renomear secretários

O prefeito Antônio Peixoto(PR), começa a renomear os secretários exonerados em razão da crise financeira que assola Ceará-Mirim.


Já foram renomeados a secretária municipal de Educação, Ângela Aquino, e a titular da pasta de finanças, Rejane Lidice.

É provável que até o final de semana outros secretários sejam renomeados.

A expectativa é saber se Peixoto irá fazer alguma alteração no seu secretariado.

Alguns nomes não estão correspondendo às expectativas do prefeito e da população.

A secretaria de Saúde, por exemplo, vem sendo comandada por Fernando Lessa, que não entende nada de saúde.

E a área de saúde é uma das que apresentam mais problemas em Ceará-Mirim.

Folha de pagamento

Enquanto isso, a Câmara Municipal aguarda o envio, pelo prefeito Peixoto, da cópia da folha de pagamento dos servidores comissionados, contratados e da firma terceirizada referente aos meses de julho, agosto e setembro.

Documentação foi solicitada pelo vereador Júlio César(PSDB).

“Será uma boa oportunidade para sabermos o quanto custou para o município os votos obtidos pelos candidatos do prefeito, já que as conseqüências negativas para Ceará-Mirim são percebidas claramente nas ruas”, argumentou o vereador Júlio César.

Henrique Alves: "Quero ser o presidente do maior ao menor partido, independentemente de quem seja da oposição ou do governo"

Foto: Divulgação
Mesmo com o apoio do vice-presidente eleito, Michel Temer, Henrique terá
dificuldades para conslidar sua candidatura à presidência da Câmada Federal


Horas depois de ver Dilma Rousseff eleita presidente, o PMDB, partido do vice Michel Temer, já atua para atrair líderes da oposição. O intuito é ganhar força para derrotar o PT na corrida pela presidência da Câmara.

Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), candidato à vaga e escudeiro de Temer, quer investir no DEM, que saiu enfraquecido das eleições e tem vários deputados insatisfeitos. A estratégia é conquistar o apoio de deputados para ter mais peso que o PT na disputa.

"Quero ser o presidente do maior ao menor partido, independentemente de quem seja da oposição ou do governo", afirma Alves.

O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), um dos cotados para concorrer à vaga pelo PT, nega qualquer tipo de conflito com os aliados. Diz que o "casamento" deve ficar intacto em todo o mandato de Dilma.

O PT também já traçou seus planos para contra-atacar o PMDB. A resposta é cortejar deputados de partidos que formam hoje o bloquinho, como PSB, PDT e PC do B, além do PV. Com isso, a bancada de apoio ao PT ficaria com mais de 170 congressistas, enquanto PMDB e DEM ficariam com 112.

O partido já tem também embates por postos de comando. Além de Vaccarezza, outros dois deputados pleiteiam a presidência da Câmara: Arlindo Chinaglia (PT-SP) e João Paulo Cunha (PT-SP). Vaccarezza está na frente na banca de apostas, mas um quarto nome pode ganhar forças.

O vice-presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), acredita que nesses últimos dois meses de trabalho possa ganhar visibilidade ao comandar sessões da Câmara, com o afastamento do presidente da Casa, Michel Temer (PMDB-SP), eleito vice.

RACHA

Apesar dos esforços peemedebistas, os democratas ainda estão rachados. O deputado ACM Neto (DEM-BA) admite conversar, mas nega que já tenha sido procurado.

Já o presidente do DEM, Rodrigo Maia (RJ), fala que é preciso respeitar a tradição - que diz que a maior bancada tem o direito à presidência- e que o PMDB não pode presidir Câmara e Senado.

Como o PMDB é maior entre os senadores, acredita-se que eles devem indicar alguém da legenda para a presidência da Casa.

Deve haver briga no próprio partido, com Edison Lobão (PMDB-MA), Renan Calheiros (PMDB-AL), Garibaldi Alves (PMDB-RN) e Eunício Oliveira (PMDB-CE) sendo cotados para o cargo.

O cortejo do PMDB ao DEM vai além da Câmara. Parlamentares da oposição estudam migrar para a base aliada. O entrave no momento é a lei da fidelidade partidária. Em São Paulo, há conversas entre o prefeito Gilberto Kassab (DEM) e Temer.

Fonte: Folha de S.Paulo

Rosalba em Caicó: "Vou bater às portas de Dilma quantas vezes forem necessárias, pois ela disse que como presidenta vai tratar todos com igualdade"

A senadora Rosalba Ciarlini(foto) disse em Caicó, na noite desta segunda-feira(1º), que irá bater às portas do governo de Dilma Rousseff sempre que for necessário. “Vou bater às portas de Dilma quantas vezes forem necessárias. Temos que firmar uma parceria com o governo do federal. Dilma já disse que como presidenta do Brasil irá tratar todos com igualdade”, afirmou Rosalba.

A governadora eleita demonstrou preocupação com a situação de dificuldades que deverá encontrar no Governo do Estado, mas disse estar preparada para enfrentar os obstáculos. “Estou preocupada com a situação em que vou encontrar o Estado. O próprio governador disse que a situação é difícil. Se o próprio governador declara uma situação adversa com certeza encontrarei muitas dificuldades. Entretanto, estou preparada para encontrar e lidar com essas dificuldades”, enfatizou a governadora eleita.

Rosalba assinalou que só fará auditoria no Estado caso seja realmente necessário. “Não farei auditoria por auditoria. Somente depois de conhecer a real situação é que terei uma radiografia de como o Estado se encontra. Espero que isso não seja necessário”, disse.

Em relação à disputa pela presidência da Assembléia Legislativa, Rosalba declarou que não vai interferir no processo de escolha da futura mesa diretora do Palácio José Augusto. “Será de competência dos deputados. Não vou interferir. Quero ter uma boa convivência com a assembléia legislativa. A decisão será deles”, frisou a governadora eleita.

Fonte: Blog de Robson Pires

Rosalba Ciarlini reafirma em Caicó compromissos com a segurança pública, saúde e educação

Fotos: Assessoria
Rosalba durante a missa em ação de graças pelo aniversário de Vivaldo


A governadora eleita Rosalba Ciarlini esteve na noite de ontem na cidade de Caicó participando das comemorações alusivas ao aniversário do deputado estadual eleito Vivaldo Costa.

Rosalba participou da missa em ação de graças, no Hospital do Seridó, e em seguida do “Papa Folia”, espécie de carnaval fora de época pelo aniversário de Vivaldo.

Rosalba reafirmou seus compromissos de campanha com Caico e o Seridó.

"Logo que arrumar a casa[o Estado], Caicó vai ter a marca da Rosa", enfatizou a governadora eleita” fazendo referência às dificuldades financeiras que deverá encontrar no Governo.

Rosalba afirmou que segurança pública, saúde e educação serão as prioridades de sua gestão.

Ela também assinalou que vai trabalhar para criar um pólo de desenvolvimento na região do Seridó.
Na missa em ação de graças pelo aniversário de Vivaldo estavam presentes, além de Rosalba e do seu marido, ex-deputado Carlos Augusto Rosado, o prefeito Bibi Costa, o vice-prefeito Gilberto Costa, a suplente de senador Ivonete Dantas, prefeitos, vereadores e lideranças de Caicó e do Seridó.

Rosalba dormiu em Caicó e nesta quarta-feira(3) deve viajar a Brasília.

As decisões de Brasília em relação ao RN, no governo de Dilma, passarão pela deputada Fátima Bezerra

Engana-se quem pensa que a deputada federal Fátima Bezerra(PT) não tem prestígio junto à presidenta eleita Dilma Rousseff(PT).

Tem e muito.

Fátima é amiga pessoal de Dilma. Ela terá muito mais prestígio junto a Dilma do que tem hoje junto ao presidente Lula.

Engana-se quem também acha que as decisões de Brasília em relação ao Rio Grande do Norte não passarão por Fátima.

Eu já escrevi aqui e repito: Fátima será a principal representante do governo Dilma no Estado.

O deputado federal Henrique Alves(PMDB) terá força no governo de Dilma, mas sua influência será muito mais junto ao vice-presidente Michel Temer.

E a intensidade da força de Henrique junto ao governo Dilma dependerá de sua eleição para a presidência da Câmara Federal.

Caso seja eleito presidente da Câmara, a força de Henrique aumenta junto ao governo federal. Não sendo presidente da Câmara, a força de Henrique diminui.

1 de nov. de 2010

Números finais para presidente no País

Às 15:24 desta segunda-feira (1º), horário de Brasília, foi finalizada a totalização de votos para presidente da República, quando foi encerrada a apuração no Estado do Acre.

Com o encerramento da apuração nesta segunda-feira, o resultado da eleição presidencial foi o seguinte:

Dilma Rousseff - 55.725.529 votos (56%)

José Serra - 43.711.388 votos (44%).

Votos brancos - 2.452.597 (2,3 %)

Votos nulos - 4.689.428 (4,4 %).

A abstenção ficou em 21,5%, o que corresponde a 29.197.152 eleitores.

Acaba nesta terça-feira prazo para a entrega das prestações de contas da campanha eleitoral deste ano

Os candidatos que disputaram o pleito de três de outubro, os comitês financeiros e os partidos têm até amanhã(2) para entregar à Justiça eleitoral as prestações de contas da campanha eleitoral deste ano.

Mesmo com o feriado de finados o Tribunal Regional Eleitoral(TRE) vai funcionar em regime de plantão para receber as prestações de contas.

O plantão no TRE funcionará hoje e amanhã no horário das 13 às 19 horas.

O contrapeso do PSDB à vitória de Dilma Rousseff

Derrotado na corrida à Presidência, o PSDB saiu das eleições deste ano como o campeão na disputa pelos Estados - oito vitórias - e terá, a partir de janeiro, quase metade do eleitorado brasileiro sob sua administração - 64,5 milhões, que representam 47,5% do total.

Os tucanos já haviam faturado a eleição no primeiro turno em quatro Estados: São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Tocantins, sendo os dois primeiros os maiores colégios eleitorais do país.

A esse cinturão no Centro-Sul do mapa somaram-se vitórias em mais quatro praças ontem: Alagoas, Pará e Goiás e Roraima.

O resultado está acima dos prognósticos mais otimistas feitos pelo comando do partido no início da campanha, cuja expectativa era faturar no máximo seis Estados.

Em números, é o melhor desempenho da sigla desde 1994 - 52% dos eleitores -, quando houve uma onda nos Estados alavancada pela eleição de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002). Em 2006, conseguiu 43%.

A fatia da oposição é composta ainda pelo DEM, que faturou no primeiro turno em Santa Catarina e no Rio Grande do Norte. Juntos, PSDB e DEM detêm 52,5% do país.

A conquista oposicionista nos Estados torna-se um contrapeso à vitória de Dilma Rousseff (PT), que contará com apoio certo de 16 governadores - o PMN, vencedor no Amazonas, estava na chapa de José Serra (PSDB).

O PT teve crescimento discreto - de 13,5% para 15,7% -, faturando em quatro Estados (AC, BA, RS e SE) e no Distrito Federal. Além da reeleição na Bahia, a grande vitória petista foi no Rio Grande do Sul.

Maior partido do Brasil, o PMDB encolheu e comandará 15,3% do eleitorado, ante 22,8% há quatro anos. A legenda administrará cinco Estados (MA, MS, MT, RJ e RO).

Outro destaque destas eleições é o PSB, que termina com seis vitórias (PB, CE, PE, ES, PI e AP), totalizando 14,8% do eleitorado. A força dos "socialistas" está concentrada no Nordeste.

CONGRESSO

O triunfo da oposição na geopolítica do país é, entretanto, relativizado pela ampla maioria que Dilma terá no Congresso.

De largada, a petista conta com 311 dos 503 deputados. Mas, se tomado o arco de partidos que hoje apoiam o governo Lula, ela teria uma base de 402 parlamentares - a maior desde a redemocratização do Brasil.

Os principais alvos de negociação do futuro governo Dilma serão PP, PTB e PV, que não se coligarem formalmente em sua chapa na disputa ao Palácio do Planalto.

No Senado, a petista também terá maioria confortável, que variaria hoje entre 52 e 60 das 81 cadeiras.

Fonte: Folha de S.Paulo - Hoje

Terminada a eleição, as atenções se voltam para a transição e a escolha do secretariado de Rosalba

Terminada a eleição as atenções da política estadual se voltam para o processo de transição do governo de iberê Ferreira para a futura administração de Rosalba Ciarlini.

Falta Rosalba indicar os nomes que irão compor a equipe de transição representando o futuro governo.

Também há uma expectativa grande quando à escolha do secretariado de Rosalba.

Alguns nomes têm sido mencionados, mas tudo está no campo das especulações.

A governadora eleita já avisou que somente depois de saber a realidade do Estado, que será conhecida com o trabalho da equipe de transição, é que iniciará o processo de escolha dos nomes que irão integrar a futura administração estadual.

A equipe administrativa de Rosalba não será apenas técnica, como tem sido noticiado.

Será também política.

É quase impossível um governo ser constituído apenas por técnicos.

Até porque Rosalba foi eleita com o apoio de alguns partidos e de lideranças políticas do Estado todo.

O que deve acontecer é Rosalba escolher para algumas secretarias pessoas com o perfil mais técnico do que político.

E isso ela deve fazer.

Rosalba Ciarlini vai hoje a Caicó participar das comemorações pelo aniversário de Vivaldo Costa

Foto: Divulgação
Rosalba vai a Caicó prestigiar as comemorações alusivas ao aniversário de Vivaldo


O aniversariante desta segunda-feira(1º) é o deputado eleito Vivaldo Costa(PR).

Haverá uma missa em ação de graças pelo aniversário do “papa” no final da tarde no Hospital do Seridó.

A governadora eleita Rosalba Ciarlini(DEM) estará presente.

Vivaldo tem muito o que agradecer.

É um político vitorioso.

Parabéns, Vivaldo, e vida longa!

No RN: Dilma venceu em 148 municípios e Serra em 19

A candidata do PT, Dilma Rousseff, venceu em 148 dos 167 municípios do Rio Grande do Norte na eleição do 2º turno.

O candidato do PSDB, José Serra, ganhou em 19 municípios. No 1º turno, Serra só havia vencido em 7 municípios.

O candidato tucano saiu vitorioso em Natal, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, Barcelona, Boa Saúde, Brejinho, Caiçara do Rio do Vento, Espírito Santo, Galinhos, Goianinha, Jaçanã, Monte Alegre, Passa e Fica, Rio do Fogo, Ruy Barbosa, São Bento do Trairi, Senador Georgino Avelino, Serra de São Bento e Vera Cruz.

Os governadores eleitos de 8 Estados e do DF

Além de Dilma Rousseff, foram eleitos no pleito deste domingo(31) os governadores do distrito federal e de mais 8 Estados brasileiros.

Confira os eleitos:

Distrito Federal – Agnelo Queiroz (PT)

Goiás - Marconi Perillo (PSDB)

Paraíba – Ricardo Coutinho (PSB)

Amapá - Camilo Capiberibe (PSB)

Pará - Simão Jatene (PSDB)

Rondônia - Confúcio Moura (PMDB)

Piauí - Wilson Martins (PSB)

Alagoas - Teotônio Vilela Filho (PSDB)

Roraima - José de Anchieta Junior (PSDB).