Foto: Divulgação
Depois de 36 dias em greve, os professores da rede estadual de ensino decidiram nesta segunda-feira(6) acabar com o movimento grevista.
Apesar de não estar plenamente satisfeita com a proposta do Governo do Estado, a categoria entendeu que havia chegado o momento de suspender a greve para continuar a luta.
É que em várias escolas os professores já haviam voltado ao trabalho, principalmente no interior.
Em Natal, o número de escolas totalmente paradas havia caído para apenas 19. Diante desse quadro, a diretoria do Sindicato dos Trabalhadores em Educação(Sinte) entendeu que precisava se posicionar pela suspensão do movimento para poupar a categoria de um desgaste ainda maior.
Professores sem ânimo - Em seu discurso, durante a assembléia dos professores, que aconteceu no Winston Churchill, a diretora do Sinte, Janeayre Souto, lembrou a responsabilidade que os dirigentes tem com a categoria e deixou claro seu posicionamento. “Precisamos referendar aqui o que a categoria já decidiu nas escolas. Vamos suspender a greve”, bradou a sindicalista.
A coordenadora geral do Sinte, professora Fátima Cardoso, ressaltou as conquistas da categoria e registrou a sua insatisfação com o que foi negado pelo Governo Wilma de Faria.
Ela lembrou que grandes líderes da luta dos trabalhadores como Karl Marx e Leon Trotski ensinaram “que a luta tem os seus momentos de avanço e de retirada estratégica”.
Fátima Cardoso declarou que os professores que não estavam naquela assembléia, não tinham mais ânimo para continuar em greve.
“Como dirigente dessa categoria, tenho que ter a coragem e a honestidade para dizer que nossos companheiros que não estão nesta assembléia já não tem mais ânimo para a greve. Entendo que o que já conquistamos é motivo suficiente para sairmos de cabeça erguida. Contudo, estou pronta para a luta se esta assembléia decidir pela continuidade da greve”, enfatizou Fátima Cardoso.
Apesar de não estar plenamente satisfeita com a proposta do Governo do Estado, a categoria entendeu que havia chegado o momento de suspender a greve para continuar a luta.
É que em várias escolas os professores já haviam voltado ao trabalho, principalmente no interior.
Em Natal, o número de escolas totalmente paradas havia caído para apenas 19. Diante desse quadro, a diretoria do Sindicato dos Trabalhadores em Educação(Sinte) entendeu que precisava se posicionar pela suspensão do movimento para poupar a categoria de um desgaste ainda maior.
Professores sem ânimo - Em seu discurso, durante a assembléia dos professores, que aconteceu no Winston Churchill, a diretora do Sinte, Janeayre Souto, lembrou a responsabilidade que os dirigentes tem com a categoria e deixou claro seu posicionamento. “Precisamos referendar aqui o que a categoria já decidiu nas escolas. Vamos suspender a greve”, bradou a sindicalista.
A coordenadora geral do Sinte, professora Fátima Cardoso, ressaltou as conquistas da categoria e registrou a sua insatisfação com o que foi negado pelo Governo Wilma de Faria.
Ela lembrou que grandes líderes da luta dos trabalhadores como Karl Marx e Leon Trotski ensinaram “que a luta tem os seus momentos de avanço e de retirada estratégica”.
Fátima Cardoso declarou que os professores que não estavam naquela assembléia, não tinham mais ânimo para continuar em greve.
“Como dirigente dessa categoria, tenho que ter a coragem e a honestidade para dizer que nossos companheiros que não estão nesta assembléia já não tem mais ânimo para a greve. Entendo que o que já conquistamos é motivo suficiente para sairmos de cabeça erguida. Contudo, estou pronta para a luta se esta assembléia decidir pela continuidade da greve”, enfatizou Fátima Cardoso.

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