Dois temas dominaram a sessão da Assembléia Legislativa nesta quarta-feira(30): a contratação dos suplentes do concurso da Polícia Militar e a legalização do transporte alternativo que faz a ligação entre o interior e a capital.
Os dois assuntos foram abordados pelos deputados Nelter Queiroz, Luiz Almir, Gilson Moura e Gustavo Carvalho. Todos da base aliada do Governo Wilma de Faria.
À exceção de Gustavo Carvalho, os demais deputados defenderam a convocação dos suplentes da PM pelo Governo do Estado. E criticaram a aplicação de multas aos donos dos transportes alternativos.
Quem primeiro se posicionou contra a aplicação das multas foi Nelter Queiroz, que considera o ato do Governo “uma injusta”.
Gilson Moura também saiu em defesa dos proprietários dos alternativos e anunciou para o dia nove de outubro uma audiência pública para discutir o assunto. Gilson também defendeu que o Governo contrate os suplentes da PM.
O deputado Luiz Almir seguiu na mesma linha do Nelter e de Gilson, criticando a insegurança reinante no Estado e solicitando a contratação imediata dos suplentes.
“Eu não aceito dizer que não tem dinheiro. Isso está errado. A contratação não é despesa, é investimento. Esse pessoal precisa ir trabalhar nas ruas para garantir a segurança da população”, afirmou Luiz Almir.
Foi aí que o clima esquentou, já que o deputado Gustavo Carvalho pediu um aparte e saiu em defesa do Governo Wilma de Faria.
Ele disse que as multas aplicadas aos proprietários e motoristas dos alternativos estavam de acordo com decisão judicial. E que o Governo Wilma foi o único no Estado a convocar suplentes da PM.
Gustavo criticou os colegas de bancada e disse que não era hora de discurso político. “Não é hora de discurso político. Acho que os problemas têm que ser resolvidos, mas é preciso se ter a sensibilidade”, declarou Gustavo.
Luiz Almir não gostou do “carão” de Gustavo e reagiu de forma contundente: “Não sou propriedade do Governo. Não aceito puxão de orelha. Governo bom precisa de aliados que contestem. Ele não pode tomar medidas para prejudicar os pobres. Por que o transporte é clandestino? Essas pessoas precisam trabalhar. Sou da bancada do Governo, mas tenho que ter liberdade para dizer o que quiser. Sou empregado do povo, não propriedade do Governo”.
A líder do Governo na Assembléia, deputada Larissa Rosado, não estava no plenário. Ela se encontrava em Mossoró nas festividades do 30 de Setembro.
Os dois assuntos foram abordados pelos deputados Nelter Queiroz, Luiz Almir, Gilson Moura e Gustavo Carvalho. Todos da base aliada do Governo Wilma de Faria.
À exceção de Gustavo Carvalho, os demais deputados defenderam a convocação dos suplentes da PM pelo Governo do Estado. E criticaram a aplicação de multas aos donos dos transportes alternativos.
Quem primeiro se posicionou contra a aplicação das multas foi Nelter Queiroz, que considera o ato do Governo “uma injusta”.
Gilson Moura também saiu em defesa dos proprietários dos alternativos e anunciou para o dia nove de outubro uma audiência pública para discutir o assunto. Gilson também defendeu que o Governo contrate os suplentes da PM.
O deputado Luiz Almir seguiu na mesma linha do Nelter e de Gilson, criticando a insegurança reinante no Estado e solicitando a contratação imediata dos suplentes.
“Eu não aceito dizer que não tem dinheiro. Isso está errado. A contratação não é despesa, é investimento. Esse pessoal precisa ir trabalhar nas ruas para garantir a segurança da população”, afirmou Luiz Almir.
Foi aí que o clima esquentou, já que o deputado Gustavo Carvalho pediu um aparte e saiu em defesa do Governo Wilma de Faria.
Ele disse que as multas aplicadas aos proprietários e motoristas dos alternativos estavam de acordo com decisão judicial. E que o Governo Wilma foi o único no Estado a convocar suplentes da PM.
Gustavo criticou os colegas de bancada e disse que não era hora de discurso político. “Não é hora de discurso político. Acho que os problemas têm que ser resolvidos, mas é preciso se ter a sensibilidade”, declarou Gustavo.
Luiz Almir não gostou do “carão” de Gustavo e reagiu de forma contundente: “Não sou propriedade do Governo. Não aceito puxão de orelha. Governo bom precisa de aliados que contestem. Ele não pode tomar medidas para prejudicar os pobres. Por que o transporte é clandestino? Essas pessoas precisam trabalhar. Sou da bancada do Governo, mas tenho que ter liberdade para dizer o que quiser. Sou empregado do povo, não propriedade do Governo”.
A líder do Governo na Assembléia, deputada Larissa Rosado, não estava no plenário. Ela se encontrava em Mossoró nas festividades do 30 de Setembro.



0 comentários:
Postar um comentário