Celso questiona o fato de o projeto tramitar na Câmara Federal, já que a barragem é estadual.
O blog havia feito esse mesmo questionamento.
Em resposta, Felipe Maia declarou que a barragem havia sido construída com recursos estaduais e federais e, portanto, o projeto pode ser aprovado pela Câmara dos Deputados.
Celso Veiga entende diferente.
Ele faz questão de afirmar que a homenagem a Ulisses é “justíssima”, mas entende que cabe à Assembléia Legislativa e não à Câmara Federal o direito de legislar sobre a mudança de nome do reservatório.
Eis o comentário de Celso Veiga:
A barragem pode ter sido construída com recursos federais, internacionais (BIRD, BID, OECF, etc), não importa. Ela é estadual. Consta do acervo da SEMARH. O Governo do Estado, através da SAG, fez os projetos, licitou e contratou a obra. A execução ficou a cargo da EIT e foi durante o governo de Geraldo Melo. O Governo Federal, tanto por emendas de parlamentares ou por verba complementares do Executivo, pode transferir por convênio, recursos para qualquer obra municipal ou estadual. Temos vários exemplos no Estado: as barragens de Santa Cruz do Apodi, Umari, adutora monsenhor Expedito, Ponte Newton Navarro, esgotamento sanitário de Ponta Negra e centenas de outras obras. A homenagem ao Dr. Ulisses é justíssima. Tive oportunidade de conhecê-lo e sua biografia justifica aquele logradouro. Agora, entendo que cabe à Assembléia Legislativa do RN decidir.
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