Foto: Agência Senado
A senadora Rosalba Ciarlini apontou a adoção de medidas preventivas e o aumento do financiamento para o tratamento de pacientes como principais providencias para controlar os casos de transtornos mentais, que atingem cerca de 20% da população mundial.
A sugestão foi apresentada na audiência pública realizada nesta terça-feira(19) pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS), da qual Rosalba é presidente.
A senadora considerou que apenas 2% do orçamento do Ministério da Saúde são insuficientes para o enfrentamento dos casos de transtornos mentais. “Precisamos de mais empenho e de mais recursos”, disse Rosalba, defendendo a ampliação da assistência aos dependentes de álcool e drogas.
Rosalba também propôs que seja acrescido um psicólogo nas equipes do Programa de Saúde da Família (PSF) e a implantação de programas destinados ao tratamento de distúrbios mentais em idosos e crianças.
A parlamentar do DEM acredita que a partir desse ciclo de debates, a política nacional de saúde mental, assim como toda a rede do Sistema Único de Saúde, receberá contribuição para uma melhor distribuição dos recursos e, conseqüentemente, melhor assistência aos portadores da doença.
A sugestão foi apresentada na audiência pública realizada nesta terça-feira(19) pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS), da qual Rosalba é presidente.
A senadora considerou que apenas 2% do orçamento do Ministério da Saúde são insuficientes para o enfrentamento dos casos de transtornos mentais. “Precisamos de mais empenho e de mais recursos”, disse Rosalba, defendendo a ampliação da assistência aos dependentes de álcool e drogas.
Rosalba também propôs que seja acrescido um psicólogo nas equipes do Programa de Saúde da Família (PSF) e a implantação de programas destinados ao tratamento de distúrbios mentais em idosos e crianças.
A parlamentar do DEM acredita que a partir desse ciclo de debates, a política nacional de saúde mental, assim como toda a rede do Sistema Único de Saúde, receberá contribuição para uma melhor distribuição dos recursos e, conseqüentemente, melhor assistência aos portadores da doença.
Nenhum comentário:
Postar um comentário