Tanta zuada para nada.
É assim que se pode caracterizar o movimento adotado por alguns vereadores governistas, com o apoio da prefeita Micarla de Souza, em relação ao contrato firmado entre a Prefeitura de Natal e o Banco do Brasil.
Pois é. O procedimento investigativo foi arquivado pelo Ministério Público Estadual, que não encontrou ilegalidade no contrato.
O comunicado do arquivamento foi feito à ex-secretária municipal de Planejamento, Virgínia Ferreira, pelo promotor Giovanni Rosado.
É que Virgínia foi a responsável pelas negociações com o Banco do Brasil no ano passado.
De acordo com o contrato, o Banco do Brasil pagou R$ 40 milhões à Prefeitura para passar a gerenciar a conta do Município de Natal.
A oposição alegava que o contrato era ilegal por ter sido feito com dispensa de licitação.
Diante dos questionamentos na Justiça, o Banco do Brasil depositou o dinheiro em Juízo e só o liberou depois que o Município conseguiu uma liminar do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, determinando a suspensão de decisão liminar proferida pelo Juiz da 4ª Vara Federal da Fazenda Pública da capital e mantida pelo Tribunal de Justiça.
Sem indícios - Para arquivar o procedimento investigatório, a Promotoria de Defesa do Patrimônio levou em conta o parecer do próprio Ministério Público em ação popular movida pelo vereador Enildo Alves e por Marlus Santos Alves com a finalidade de anular a contratação do Banco do Brasil.
Em entrevista à Tribuna do Norte, hoje, o Promotor Giovanni Rosado afirma ter o mesmo entendimento do parecer quando assinalou que não vislumbrava “quaisquer indícios de irregularidades que possam macular a legalidade da avença ou sobrecarga do erário, muito pelo contrário, o Município do Natal teve como contrapartida pela contratação uma vultosa cifra de R$ 40 milhões, sem qualquer ônus para os seus cofres, sujeitando-se o Banco do Brasil a buscar dividendos através de operações indiretas com os correntistas”.
Na verdade, como Carlos Eduardo estava deixando a Prefeitura, a oposição, com o apoio da prefeita Micarla de Souza, tentou criar um “fato relevante” para incriminar o ex-prefeito.
Coisas da política da terra de Poti.
É assim que se pode caracterizar o movimento adotado por alguns vereadores governistas, com o apoio da prefeita Micarla de Souza, em relação ao contrato firmado entre a Prefeitura de Natal e o Banco do Brasil.
Pois é. O procedimento investigativo foi arquivado pelo Ministério Público Estadual, que não encontrou ilegalidade no contrato.
O comunicado do arquivamento foi feito à ex-secretária municipal de Planejamento, Virgínia Ferreira, pelo promotor Giovanni Rosado.
É que Virgínia foi a responsável pelas negociações com o Banco do Brasil no ano passado.
De acordo com o contrato, o Banco do Brasil pagou R$ 40 milhões à Prefeitura para passar a gerenciar a conta do Município de Natal.
A oposição alegava que o contrato era ilegal por ter sido feito com dispensa de licitação.
Diante dos questionamentos na Justiça, o Banco do Brasil depositou o dinheiro em Juízo e só o liberou depois que o Município conseguiu uma liminar do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, determinando a suspensão de decisão liminar proferida pelo Juiz da 4ª Vara Federal da Fazenda Pública da capital e mantida pelo Tribunal de Justiça.
Sem indícios - Para arquivar o procedimento investigatório, a Promotoria de Defesa do Patrimônio levou em conta o parecer do próprio Ministério Público em ação popular movida pelo vereador Enildo Alves e por Marlus Santos Alves com a finalidade de anular a contratação do Banco do Brasil.
Em entrevista à Tribuna do Norte, hoje, o Promotor Giovanni Rosado afirma ter o mesmo entendimento do parecer quando assinalou que não vislumbrava “quaisquer indícios de irregularidades que possam macular a legalidade da avença ou sobrecarga do erário, muito pelo contrário, o Município do Natal teve como contrapartida pela contratação uma vultosa cifra de R$ 40 milhões, sem qualquer ônus para os seus cofres, sujeitando-se o Banco do Brasil a buscar dividendos através de operações indiretas com os correntistas”.
Na verdade, como Carlos Eduardo estava deixando a Prefeitura, a oposição, com o apoio da prefeita Micarla de Souza, tentou criar um “fato relevante” para incriminar o ex-prefeito.
Coisas da política da terra de Poti.



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