Foto: Márlio Forte
Segundo Carlos, seus adversários querem “a todo custo fabricar um falso escândalo”.
O ex-prefeito frisa que em nenhum momento foi dito que na sua gestão existiam oito salas climatizadas onde ficavam os medicamentos. “Em nenhum momento citaram, fotografaram ou televisionaram as 8 salas climatizadas que implantamos no local, algumas delas com temperatura de até 16 graus centígrados”, diz ele.
Confira o que escreveu Carlos Eduardo no seu site na internet:
"Mais uma vez, pela insistência de algumas manchetes em veículos sabidamente ligados a interesses inconfessáveis, pretende-se armar um falso escândalo para denegrir nosso governo na Prefeitura de Natal. Primeiro, falaram em 10 caminhões baú de medicamentos vencidos, depois diminuíram para 5, mais à frente falaram em toneladas de remédios vencidos, a seguir, o assunto foi a falta de climatização do galpão.
Em nenhum momento citaram, fotografaram ou televisionaram as 8 salas climatizadas que implantamos no local, algumas delas com temperatura de até 16 graus centígrados.
Não falaram da instalação completa de toda a rede elétrica, que permite até a informatização do sistema de controle do estoque, não falaram da licitação para rebaixar o teto e implantar o forro de PVC, não falaram da aquisição dos aparelhos de ar condicionado que lá deixamos.
Tudo isso nos faz crer que pretendem a todo custo fabricar um falso escândalo, como o anunciado e logo desmoralizado rombo nas finanças municipais.
Como naquela ocasião, tudo isto vai cair por terra, pois trata-se de mais uma cortina de fumaça para encobrir a falta de projetos, os mais de 100 dias sem qualquer ação prática, a prioridade de gogó proclamada aos quatro ventos para a área de saúde e que até hoje nem sequer tem um titular na Secretaria, a perda de 30 equipes do Programa Saúde da Família por falta de médicos, a maquiagem na Maternidade Dr. Leide Morais, que virou Hospital da Mulher para ser inaugurada, sem que a atual gestão tenha colocado um prego sequer naquela obra.
Finalizando, confiamos plenamente nas declarações dos nossos secretários, que demonstraram a realidade de forma clara e didática. Como também confiamos na apuração do Ministério Público, que desejamos de consciência tranqüila.
Por fim, tudo isto nos parece aquela história: “a administração não tem rabo de palha, mas a gente cola assim mesmo”, como consta do nosso folclore político".
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