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2 de dez. de 2011

João Faustino, Gilmar da Montana e mais três acusados na Operação "Sinal Fechado" deixarão a prisão por determinação da juíza Emanuella Pereira Fernandes

Antes de denunciar criminalmente à Justiça todos os envolvidos na Operação “Sinal Fechado”, o Ministério Público Estadual(MPE) solicitou à juíza Emanuella Pereira Fernandes que a prisão temporária dos acusados fosse transformada em prisão preventiva.

A juíza, no entanto, atendeu em parte à solicitação do MPE. Neste sentido, a magistrada transformou em preventiva  as prisões temporárias dos denunciados Nilton José de Meira, Flávio Ganen Rillo, Caio Biagio Zuliani, Fabiano Lindemberg Santos Romeiro e Edson Cézar Cavalcanti Silva.

No que diz respeito aos acusados João Faustino Ferreira Neto, Carlos Theodorico de Carvalho Bezerra, Marco Aurélio Doninelli Fernandes, José Gilmar de Carvalho Lopes e Marcus Vinicius Saldanha Procópio, a juíza disse não vislumbrar neste momento processual a necessidade da custódia cautelar por tempo indeterminado dos mesmos e determinou que fossem expedidos os respectivos mandados de soltura. 

A decisão foi publicada na movimentação processual do site do Tribunal de Justiça na tarde desta sexta-feira (2).

Habeas Corpus

Além de ter sido beneficiado com a decisão da juíza Emanuella Pereira Fernandes, João Faustino conseguiu no Superior Tribunal de Justiça(STJ) um habeas corpus. 

O pedido de habeas corpus foi acatado pelo ministro Adilson Macabu.

João Faustino encontra-se internado no Hospital São Lucas e deverá ir para casa a qualquer momento.

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