O ministro Garibaldi Filho anunciou nesta terça-feira(27) a antecipação do pagamento dos 62.734 previdenciários que têm direito a receber atrasados de até R$ 6 mil correspondentes à revisão do teto.
Pagamento será efetuado no dia 3 de outubro.
Segundo Garibaldi, o restante da tabela de pagamento dos atrasados permanecerá a mesma.
Segundo Garibaldi, o restante da tabela de pagamento dos atrasados permanecerá a mesma.
Dessa forma, o pagamento para quem têm a receber valores entre R$ 6.000,01 e R$ 15 mil será no dia 31 de maio de 2012; e no dia 30 de novembro de 2012 para aqueles com direito a valores entre R$ 15.000,01 e R$ 19 mil.
No dia 31 de janeiro de 2013 serão feitos os créditos superiores a R$ 19 mil.
Em coletiva à imprensa, logo após apresentar o resultado referente à agosto do Regime Geral da Previdência Social, Garibaldi manifestou sua expectativa de que até a próxima semana a Câmara dos Deputados chegará a um entendimento com o governo sobre a tramitação em regime de urgência do projeto de Lei da Câmara nº 1992/07.
Em coletiva à imprensa, logo após apresentar o resultado referente à agosto do Regime Geral da Previdência Social, Garibaldi manifestou sua expectativa de que até a próxima semana a Câmara dos Deputados chegará a um entendimento com o governo sobre a tramitação em regime de urgência do projeto de Lei da Câmara nº 1992/07.
O PLC, que já teve parecer aprovado na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público, agora está tramitando na Comissão de Seguridade Social e Família.
“Se os deputados concordarem com a tramitação em regime de urgência, será possível aprovar até o final do ano na Câmara esse projeto que cria um fundo de previdência complementar para os servidores federais”, disse o ministro.
“Se os deputados concordarem com a tramitação em regime de urgência, será possível aprovar até o final do ano na Câmara esse projeto que cria um fundo de previdência complementar para os servidores federais”, disse o ministro.
E acrescentou: “A previdência dos servidores públicos da União gerou, no ano de 2010, um déficit de R$ 51 bilhões. A tendência é esse valor crescer 10% a cada ano. Portanto, o melhor é enfrentarmos logo esse problema, pois no futuro ele se agravará”.
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