Nesta terça-feira(21) a governadora Rosalba Ciarlini recebeu na Governadoria representantes da Igreja Católica, do Tribunal de Justiça e do Ministério Público Estadual(MPE).
Fotos: Assecom/RN
Os representantes da Igreja, tendo à frente o arcebispo metropolitano Dom Matias Patrício, foram pedir a ajuda do Governo para o 8º Mutirão Brasileiro de Comunicação, que irá acontecer em Natal no período de 27 de outubro a 1° de novembro de 2013.
O Mutirão Brasileiro de Comunicação foi instituído pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) em 1998 e acontece a cada dois anos, em parceria com as dioceses e instituições culturais e acadêmicas.
Rosalba ouviu as reivindicações dos representantes da Igreja Católica e se comprometeu em ajudar na realização do evento.
Além de Rosalba e de Dom Matias, participaram também da reunião o secretário do Trabalho, Habitação e Assistência Social (Sethas), Luiz Eduardo Carneiro; Pe. Pedro Pereira; o chefe do patrimônio da arquidiocese, Pedro Cordeiro; o ecônomo Vital Bezerra e a assessora de imprensa Cacilda Medeiros.
Tribunal de Justiça e MPE
Na reunião com os representantes da Justiça e do MPE, Rosalba tratou de assuntos relativos à Fundac, Meio Ambiente e delegacias do Estado.
Judiciário e MPE também reivindicaram o apoio do Governo para dois eventos: o IX Congresso Estadual do Ministério Público do Rio Grande do Norte e o Congresso Nacional da ABMP (Associação Brasileira de Magistrados, Promotores de Justiça e Defensores Públicos da Infância e da Juventude).
A governadora também recebeu o convite para ser presidente de honra do Congresso Estadual do MPE.
Segundo procurador-geral de Justiça, Manoel Onofre Neto, o evento desse ano, que acontecerá em setembro, terá especial peso acadêmico, pois será uma prévia de alguns artigos apresentados no evento Nacional da ABMP em 2012.
Para Rosalba Ciarlini, o convite foi encarado como honraria. “Tenho muito interesse em participar de um evento que movimenta, além do conhecimento, a economia e o turismo do Rio Grande do Norte”, disse a governadora.
Ceduc
Os representantes da Justiça também denunciaram as condições dos Ceduc’s e solicitaram do Governo sua reestruturação.
“Temos menores fazendo necessidades fisiológicas em garrafas. São instalações que não contam com energia ou água. Aspectos básicos como higiene, alimentação e condições sanitárias estão sendo ignorados”, disse o desembargador do Tribunal de Justiça, Cláudio Santos.
Ele acrescentou: “Atualmente o atendimento aos menores infratores corresponde a um gasto de R$ 4 mil reais por adolescente, sem que haja a devida reeducação desse jovem”.


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