Páginas

1 de mar. de 2011

Paulo de Tarso afirma que "estado de calamidade" no Estado é de responsabilidade do governo do PSB

Foto: Márlio Forte
"O hábito do errado e a rotina da ilegalidade não convivem com o atual governo". Essa foi a resposta do secretário-chefe do Gabinete Civil, Paulo de Tarso Fernandes(foto), às declarações da ex-governadora Wilma de Faria (PSB), que, em entrevista exclusiva ao Diário de Natal no último domingo, fez duras críticas à gestão de Rosalba Ciarlini (DEM), entre elas a de falta de transparência nas contas públicas.

Wilma também acusou a governadora de lentidão ao implantar um plano de governo original, alegando que a democrata, até o momento, tem apenas inaugurado obras da administração do PSB.

Para Paulo de Tarso, a manutenção de programas e obras do governo passado é um grande esforço feito por Rosalba, pois, segundo ele, tudo estava paralisado por falta de contrapartida mínima do Estado.

O chefe do Gabinete Civil declarou que o "estado de calamidade" deixado no Rio Grande do Norte foi lançado pelo governo do PSB e não pela gestão que se instalou no dia 1º de janeiro.

"É da administração do PSB a responsabilidade direta da situação de dificuldade em que o RN se encontra. O atual governo vai resgatar a seriedade da administração, que estava tomada pelo descaso", atacou Paulo.

E acrescentou: "No caso da adutora do Alto Oeste, já haviam sido gastos milhões e as obras foram retomadas. O esgotamento sanitário de Pium estava parado e também precisou ser retomado. Outra obra é a Estação de Tratamento do Baldo, que foi inaugurada, pelo menos seis vezes, no governo passado e possuía erros graves no projeto".

Outra crítica da ex-governadora foi quanto ao Portal da Transparência. Segundo Wilma, o instrumento foi idealizado em sua gestão e está fora do ar.

Paulo de Tarso disse que o Portal da Transparência do governo passado registrava apenas números. "Nós vamos especificar os pagamentos. Nossa página está passando por uma reconstrução completa e o cidadão não fará um exercício de aritmética, mas um exercício moral na hora de ver a prestação de contas do estado", enfatizou o chefe da Casa Civil.

Fonte: Diário de Natal

Nenhum comentário:

Postar um comentário