E os institutos de pesquisas, heim?
Alguns erraram feio.
O Start foi um deles.
Errou feio para o Governo do Estado.
Eu cantei aqui a bola.
A pesquisa apontou segundo turno com Rosalba Ciarlini obtendo 40% da intenção de votos.
E disse que os seus adversários teriam mais de 42%.
Na ocasião eu questionei o fato de nenhum instituto ter apontado Rosalba com 40% das intenções de voto.
Em relação aos votos válidos, o Start disse que Rosalba teria 49%.
Ela obteve 52,46%, fora da margem de erro da pesquisa, que era de 2,52%.
Quem também errou foi o instituto Vox Populi.
Afirmou que os candidatos dos partidos chamados “nanicos” teriam 4%.
Eu questionei aqui no blog esse percentual, pois estava na cara que esse percentual não existia.
O resultado final do pleito comprovou isso. Os “nanicos” obtiveram juntos 1%.
Para o Governo do Estado, o Ibope foi o instituto que mais se aproximou.
Na realidade, o Ibope acertou o resultado final.
Na sua última pesquisa, o Ibope apontou que Rosalba ganharia no 1º turno com 54% dos votos válidos.
Rosalba obteve 52,25% dos votos válidos. Como a margem de erro do Ibope era de 3% para mais ou para menos, o instituto acertou o resultado final do pleito para governador.
Para o Senado, todos os institutos acertaram no que se refere à vitória de Garibaldi Filho e de José Agripino.
Eles erraram quanto ao percentual obtido por eles e pela ex-governadora Wilma de Faria.
Essa questão das pesquisas continua sendo polêmica. E ainda vai gerar muitas discussões até que o Congresso ou a Justiça Eleitoral se debruce sobre o assunto.
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