Fotos: João Gilberto
Representantes dos direitos humanos e o ministro Paulo Vannuchi...
Num momento de resgate da cidadania e de consolidação do processo democrático, a Assembléia Legislativa sediou hoje a 42ª Caravana da Anistia.
Na ocasião, o ministro da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Paulo Vannuchi, fez a entrega do Memorial “Pessoas Imprescindíveis”, em homenagem ao jornalista e ex-deputado Luiz Ignácio Maranhão, que foi cassado e morto pela ditadura militar.
A afixação da placa em homenagem a Luiz Maranhão foi autorizada pelo deputado Robinson Faria, presidente da Assembléia, em ofício encaminhado à Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.
Além do ministro Paulo Vannuchi, estiveram presentes ao ato em homenagem a Luiz Maranhão, post mortem, representantes de órgãos públicos e de instituições de defesa dos direitos humanos.
Também compareceram familiares de Luiz Maranhão.
"Depois de 22 anos de democracia, ainda não temos o reconhecimento definitivo do que se passou na época da Ditadura. Não queremos revanchismo, mas é preciso saber de tudo. Só então poderemos pensar em superação e estaremos preparados para não repetir os erros do passado", afirmou o ministro de Direitos Humanos, Paulo Vanuchi.
"Essa é uma vitória não só para a minha família, mas para o Estado e as futuras gerações. Estamos aqui em prol de um Brasil mais digno. É justo que meu tio seja homenageado na Assembleia Legislativa, um lugar que ele ajudou a construir", declarou o sobrinho-neto de Luiz Maranhão, Haroldo Maranhão.
Após a homenagem, foi realizada a audiência pública para exposição dos objetivos da Caravana, onde a Comissão de Anistia do Ministério da Justiça exibiu um curta-metragem sobre a supressão dos direitos civis durante à Ditadura.
"A sociedade tem direito à sua memória. Para que não se esqueça. Para que nunca mais aconteça", afirmou o vídeo. Os exilados norte-rio-grandenses também foram lembrados, entre eles, Djalma Maranhão.
Vários políticos estiveram presentes na Assembléia, mas não puderam participar da Caravana da Anistia, por causa da legislação eleitoral, que proíbe a presença de candidatos em atos governamentais durante a campanha eleitoral.
Na ocasião, o ministro da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Paulo Vannuchi, fez a entrega do Memorial “Pessoas Imprescindíveis”, em homenagem ao jornalista e ex-deputado Luiz Ignácio Maranhão, que foi cassado e morto pela ditadura militar.
A afixação da placa em homenagem a Luiz Maranhão foi autorizada pelo deputado Robinson Faria, presidente da Assembléia, em ofício encaminhado à Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.
Além do ministro Paulo Vannuchi, estiveram presentes ao ato em homenagem a Luiz Maranhão, post mortem, representantes de órgãos públicos e de instituições de defesa dos direitos humanos.
Também compareceram familiares de Luiz Maranhão.
"Depois de 22 anos de democracia, ainda não temos o reconhecimento definitivo do que se passou na época da Ditadura. Não queremos revanchismo, mas é preciso saber de tudo. Só então poderemos pensar em superação e estaremos preparados para não repetir os erros do passado", afirmou o ministro de Direitos Humanos, Paulo Vanuchi.
"Essa é uma vitória não só para a minha família, mas para o Estado e as futuras gerações. Estamos aqui em prol de um Brasil mais digno. É justo que meu tio seja homenageado na Assembleia Legislativa, um lugar que ele ajudou a construir", declarou o sobrinho-neto de Luiz Maranhão, Haroldo Maranhão.
Após a homenagem, foi realizada a audiência pública para exposição dos objetivos da Caravana, onde a Comissão de Anistia do Ministério da Justiça exibiu um curta-metragem sobre a supressão dos direitos civis durante à Ditadura.
"A sociedade tem direito à sua memória. Para que não se esqueça. Para que nunca mais aconteça", afirmou o vídeo. Os exilados norte-rio-grandenses também foram lembrados, entre eles, Djalma Maranhão.
Vários políticos estiveram presentes na Assembléia, mas não puderam participar da Caravana da Anistia, por causa da legislação eleitoral, que proíbe a presença de candidatos em atos governamentais durante a campanha eleitoral.

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