Dos três parlamentares do RN investigados pelo STF, apenas Rogério Marinho deu explicações ao Congresso em Foco sobre o processo do qual é alvo no Supremo.
Segundo Rogério, o processo, por corrupção passiva, corre desde 1998. Em 2005, ele teve o sigilo bancário, fiscal e telefônico quebrado por conta desse inquérito.
Rogério alega que, até aquela data, não tinha conhecimento da denúncia. “Só tomei conhecimento desse incidente processual quando fui procurado pelo site em 2008”.
O deputado é alvo de uma investigação de superfaturamento no sistema público de coleta de lixo em Natal.
Na época, ele era secretário de Planejamento.
O deputado diz que nunca foi convocado para prestar depoimento ou qualquer informação sobre o procedimento. “Estou em um dilema kafkiano com a espada na cabeça. Não tenho nenhum envolvimento, espero que termine logo”, disse Rogério.
Segundo Rogério, o processo, por corrupção passiva, corre desde 1998. Em 2005, ele teve o sigilo bancário, fiscal e telefônico quebrado por conta desse inquérito.
Rogério alega que, até aquela data, não tinha conhecimento da denúncia. “Só tomei conhecimento desse incidente processual quando fui procurado pelo site em 2008”.
O deputado é alvo de uma investigação de superfaturamento no sistema público de coleta de lixo em Natal.
Na época, ele era secretário de Planejamento.
O deputado diz que nunca foi convocado para prestar depoimento ou qualquer informação sobre o procedimento. “Estou em um dilema kafkiano com a espada na cabeça. Não tenho nenhum envolvimento, espero que termine logo”, disse Rogério.
Nenhum comentário:
Postar um comentário