Na entrevista concedida ao blog, José Dias afirma que a posição do PMDB em relação à chapa para o Governo do Estado deve ser ditada por princípios que proporcionem ao partido justificar claramente sua decisão à opinião pública.
Ele defende que as bases peemedebistas sejam ouvidas que a decisão do partido também leve em conta a opinião pública.
“A escolha do PMDB deve respeitar o sentimento partidário e não pode e nem deve, porque a opinião pública não aceita, ser motivada por interesses fisiológicos”, enfatiza José Dias.
Critérios – O líder do PMDB defende que sejam estabelecidos alguns critérios para a definição do candidato que o partido irá apoiar para governador. Ele aponta quatro critérios:
1 - Que o candidato não seja escolhido apenas pelo fato de ter em mãos as chaves do cofre(está assumindo o Governo do Estado).
2 - Que o candidato tenha o apoio das bases peemedebistas e tenha previamente respaldo popular.
3 – O compromisso do candidato com um programa mínimo apresentado pelo PMDB.
4 – Que o candidato demonstre o desejo e assuma o compromisso de governar com o PMDB.
José Dias frisa que não acredita em um candidato que comece uma disputa com acentuada desvantagem e reverta o quadro sem utilizar a máquina governamental.
“Essa história de que na campanha o candidato que parte em total desvantagem suba a ponto de ganhar a eleição, usando métodos normais, é muito perigoso”, observa José Dias.
Ele defende que as bases peemedebistas sejam ouvidas que a decisão do partido também leve em conta a opinião pública.
“A escolha do PMDB deve respeitar o sentimento partidário e não pode e nem deve, porque a opinião pública não aceita, ser motivada por interesses fisiológicos”, enfatiza José Dias.
Critérios – O líder do PMDB defende que sejam estabelecidos alguns critérios para a definição do candidato que o partido irá apoiar para governador. Ele aponta quatro critérios:
1 - Que o candidato não seja escolhido apenas pelo fato de ter em mãos as chaves do cofre(está assumindo o Governo do Estado).
2 - Que o candidato tenha o apoio das bases peemedebistas e tenha previamente respaldo popular.
3 – O compromisso do candidato com um programa mínimo apresentado pelo PMDB.
4 – Que o candidato demonstre o desejo e assuma o compromisso de governar com o PMDB.
José Dias frisa que não acredita em um candidato que comece uma disputa com acentuada desvantagem e reverta o quadro sem utilizar a máquina governamental.
“Essa história de que na campanha o candidato que parte em total desvantagem suba a ponto de ganhar a eleição, usando métodos normais, é muito perigoso”, observa José Dias.
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