O deputado estadual José Dias defende que o PMDB defina o nome do candidato que irá apoiar para o Governo do Estado até o mês de fevereiro de 2010.
Para Dias, o mais adequado mesmo era que o PMDB tivesse essa definição até o final de 2009.
“Eu acho que o melhor seria que o PMDB definisse o nome do candidato que irá apoiar para governador até novembro deste ano. Mas caso isso não seja possível, a definição não pode ultrapassar o mês de fevereiro”, disse José Dias ao blog.
Candidato do PMDB – Mesmo defendendo o nome do deputado estadual Robinson Faria para o Governo do Estado, José Dias afirma que sua tendência é acompanhar a decisão do PMDB.
Mas deixa claro que isso também pode não acontecer.
Ele aponta duas hipóteses em que poderá não seguir a decisão do PMDB quanto ao candidato a ser apoiado pelo partido para o Governo do Estado.
Primeira: Se o candidato for imposto de cima prá baixo, como aconteceu com a deputada Fátima Bezerra para a Prefeitura de Natal.
Segunda: Se a escolha recair em um nome que seja mais conveniente para o PMDB pelo fato de dominar a máquina governamental e não tenha respaldo popular.
“Nessas hipóteses eu fico com o povo”, enfatiza José Dias.
Para Dias, o mais adequado mesmo era que o PMDB tivesse essa definição até o final de 2009.
“Eu acho que o melhor seria que o PMDB definisse o nome do candidato que irá apoiar para governador até novembro deste ano. Mas caso isso não seja possível, a definição não pode ultrapassar o mês de fevereiro”, disse José Dias ao blog.
Candidato do PMDB – Mesmo defendendo o nome do deputado estadual Robinson Faria para o Governo do Estado, José Dias afirma que sua tendência é acompanhar a decisão do PMDB.
Mas deixa claro que isso também pode não acontecer.
Ele aponta duas hipóteses em que poderá não seguir a decisão do PMDB quanto ao candidato a ser apoiado pelo partido para o Governo do Estado.
Primeira: Se o candidato for imposto de cima prá baixo, como aconteceu com a deputada Fátima Bezerra para a Prefeitura de Natal.
Segunda: Se a escolha recair em um nome que seja mais conveniente para o PMDB pelo fato de dominar a máquina governamental e não tenha respaldo popular.
“Nessas hipóteses eu fico com o povo”, enfatiza José Dias.
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