Foto: Elpídio Júnior
Os vereadores da Comissão Especial de Inquérito(CEI) instalada na Câmara Municipal para apurar o caso dos medicamentos vencidos na Secretaria de Saúde de Natal irão visitar nesta terça-feira(19) o Tribunal de Contas do Estado e o Ministério Público Estadual.
A visita ao TCE será às 14 horas e ao MPE às 15 horas.
Os vereadores irão solicitar que essas instituições acompanhem o processo de investigação da CEI.
Nesta segunda-feira(18) à tarde a Comissão se reuniu com o presidente da Câmara Municipal, vereador Dickson Nasser (PSB), que garantiu apoio logístico, de infra-estrutura e de pessoal para o desenvolvimento das atividades da CEI.
Também hoje foi traçado o planejamento estratégico da Comissão, que terá três eixos principais: a investigação de auditoria para verificar as notas fiscais e mercadorias, a avaliação dos contratos e as licitações. Foram definidos ainda os procedimentos administrativos e os documentos que serão solicitados para análise.
Toda segunda-feira a Comissão irá se reunir pela manhã e à tarde, para recolher depoimentos que serão avaliados nas terças e quartas-feiras.
Sem julgamento político - Já foram convocados para a próxima segunda-feira alguns servidores que estiveram mais próximos à gestão durante o período averiguado. “Vamos ouvir os gestores, servidores e prestadores de serviços. Os primeiros a serem questionados são pessoas que trabalharam no local dos medicamentos”, explicou o presidente da CEI, vereador Hermano Morais (PMDB).
De posse dos resultados da sindicância feita pela Prefeitura que foram apresentados no plenário da Casa, os vereadores pretendem esclarecer alguns pontos que geraram dúvidas. “Ainda há muito a ser investigado”, diz o relator da CEI, vereador Albert Dickson (PP).
Ele afirma que dentre as questões a serem averiguadas, estão notas fiscais emitidas sem data, contratos feitos sem dispensa de licitação e a aquisição de 7 toneladas de veneno de rato - possivelmente vencido - por um montante de R$ 350 mil reais.
Outra compra que chamou a atenção dos parlamentares, afirma Albert Dickson, foi a de medicamentos que já existiam. “Queremos chegar a um complemento investigatório da sindicância”, disse o vereador.
Para o vereador Hermano Morais, presidente da CEI, não haverá julgamento político na Comissão e nem caráter punitivo. “O resultado da nossa apuração será entregue às entidades cabíveis, como o Ministério Público Federal, a Polícia Federal e o Tribunal de Contas do Estado”, afirma o parlamentar.
A visita ao TCE será às 14 horas e ao MPE às 15 horas.
Os vereadores irão solicitar que essas instituições acompanhem o processo de investigação da CEI.
Nesta segunda-feira(18) à tarde a Comissão se reuniu com o presidente da Câmara Municipal, vereador Dickson Nasser (PSB), que garantiu apoio logístico, de infra-estrutura e de pessoal para o desenvolvimento das atividades da CEI.
Também hoje foi traçado o planejamento estratégico da Comissão, que terá três eixos principais: a investigação de auditoria para verificar as notas fiscais e mercadorias, a avaliação dos contratos e as licitações. Foram definidos ainda os procedimentos administrativos e os documentos que serão solicitados para análise.
Toda segunda-feira a Comissão irá se reunir pela manhã e à tarde, para recolher depoimentos que serão avaliados nas terças e quartas-feiras.
Sem julgamento político - Já foram convocados para a próxima segunda-feira alguns servidores que estiveram mais próximos à gestão durante o período averiguado. “Vamos ouvir os gestores, servidores e prestadores de serviços. Os primeiros a serem questionados são pessoas que trabalharam no local dos medicamentos”, explicou o presidente da CEI, vereador Hermano Morais (PMDB).
De posse dos resultados da sindicância feita pela Prefeitura que foram apresentados no plenário da Casa, os vereadores pretendem esclarecer alguns pontos que geraram dúvidas. “Ainda há muito a ser investigado”, diz o relator da CEI, vereador Albert Dickson (PP).
Ele afirma que dentre as questões a serem averiguadas, estão notas fiscais emitidas sem data, contratos feitos sem dispensa de licitação e a aquisição de 7 toneladas de veneno de rato - possivelmente vencido - por um montante de R$ 350 mil reais.
Outra compra que chamou a atenção dos parlamentares, afirma Albert Dickson, foi a de medicamentos que já existiam. “Queremos chegar a um complemento investigatório da sindicância”, disse o vereador.
Para o vereador Hermano Morais, presidente da CEI, não haverá julgamento político na Comissão e nem caráter punitivo. “O resultado da nossa apuração será entregue às entidades cabíveis, como o Ministério Público Federal, a Polícia Federal e o Tribunal de Contas do Estado”, afirma o parlamentar.




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