A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado, presidida pela senadora Rosalba Ciarlini(DEM), promove nesta terça-feira(19), debate sobre a política pública nacional de saúde mental.
A audiência será conjunta com a Subcomissão Permanente de Acompanhamento da Saúde e reunirá especialistas do governo federal e de universidades brasileiras.
A reforma psiquiátrica de 2001, que trouxe como principal mudança o modelo de tratamento do paciente, que passa a ser em casa ao invés de internação hospitalar, será um dos pontos centrais do debate.
“Queremos saber se esse novo modelo de tratamento e todas as ações estão conseguindo prevenir e controlar os casos psiquiátricos”, ressalta Rosalba.
Conforme dados do Ministério da Saúde, 3% da população brasileira sofrem com transtornos mentais severos e persistentes; 6 % apresentam transtornos graves decorrentes do uso do álcool e outras drogas; e 12% necessitam de algum atendimento, seja ele contínuo ou eventual.
“São números expressivos para transtornos tão sérios”, considera Rosalba.
Ela defende o aumento de recursos do orçamento anual do SUS − hoje fixado em 2,3% − para a saúde mental.
A audiência será conjunta com a Subcomissão Permanente de Acompanhamento da Saúde e reunirá especialistas do governo federal e de universidades brasileiras.
A reforma psiquiátrica de 2001, que trouxe como principal mudança o modelo de tratamento do paciente, que passa a ser em casa ao invés de internação hospitalar, será um dos pontos centrais do debate.
“Queremos saber se esse novo modelo de tratamento e todas as ações estão conseguindo prevenir e controlar os casos psiquiátricos”, ressalta Rosalba.
Conforme dados do Ministério da Saúde, 3% da população brasileira sofrem com transtornos mentais severos e persistentes; 6 % apresentam transtornos graves decorrentes do uso do álcool e outras drogas; e 12% necessitam de algum atendimento, seja ele contínuo ou eventual.
“São números expressivos para transtornos tão sérios”, considera Rosalba.
Ela defende o aumento de recursos do orçamento anual do SUS − hoje fixado em 2,3% − para a saúde mental.
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