Integrantes do PSDB estariam enxergando interesses particulares do senador José Agripino na colaboração que o líder do DEM teria dado para o governo Lula abortar a CPI da Petrobrás.
É que Agripino votou pela instalação da CPI, mas sua colega e seguidora fiel, senadora Rosalba Ciarlini, não assinou a CPI da Petrobrás.
Para os tucanos o “corpo mole” de Agripino poderia estar vinculado ao fato da CPI esbarrar nos negócios da Comav, empresa que tem como sócio majoritário o deputado federal Felipe Maia, filho do líder do DEM.
Confira o que diz sobre o assunto a coluna Painel da Folha de S.Paulo, neste sábado(16):
Inflamável - Por trás da inusitada parceria do DEM com o governo para abortar a CPI da Petrobras, tucanos enxergam interesse específico do líder "demo" José Agripino Maia (RN). Alegam que a investigação invevitavelmente esbarraria nos negócios da Comav (Comércio de Combustível para Aviação), empresa cujo sócio majoritário é o deputado Felipe Maia, filho do senador. A Comav tem contratos com a BR Distribuidora para abastecer os aeroportos de Natal e Mossoró.
A CPI também poderia bater nos negócios do empresário Sinval Moreira Dias, filiado ao DEM e sócio da família Maia. Para completar, em 2010 a Comav terá de renovar seu contrato com a Petrobras.
Negócios - Em 2006, antes da renovação do contrato com a BR Distribuidora, Felipe Maia declarou à Justiça Eleitoral patrimônio de R$ 3,9 milhões. Nesse documento, o deputado avaliou sua cota na Comav em R$ 120 mil.
Prancheta - Na negociação com senadores demo-tucanos para a retirada de assinaturas do requerimento da CPI, o governo incluiu obras de gasodutos em Mato Grosso, novas plantas de refinaria em Sergipe e no Rio Grande do Norte e a construção de um oleoduto em Alagoas. E com a promessa de que os senadores serão "padrinhos" das obras.
É que Agripino votou pela instalação da CPI, mas sua colega e seguidora fiel, senadora Rosalba Ciarlini, não assinou a CPI da Petrobrás.
Para os tucanos o “corpo mole” de Agripino poderia estar vinculado ao fato da CPI esbarrar nos negócios da Comav, empresa que tem como sócio majoritário o deputado federal Felipe Maia, filho do líder do DEM.
Confira o que diz sobre o assunto a coluna Painel da Folha de S.Paulo, neste sábado(16):
Inflamável - Por trás da inusitada parceria do DEM com o governo para abortar a CPI da Petrobras, tucanos enxergam interesse específico do líder "demo" José Agripino Maia (RN). Alegam que a investigação invevitavelmente esbarraria nos negócios da Comav (Comércio de Combustível para Aviação), empresa cujo sócio majoritário é o deputado Felipe Maia, filho do senador. A Comav tem contratos com a BR Distribuidora para abastecer os aeroportos de Natal e Mossoró.
A CPI também poderia bater nos negócios do empresário Sinval Moreira Dias, filiado ao DEM e sócio da família Maia. Para completar, em 2010 a Comav terá de renovar seu contrato com a Petrobras.
Negócios - Em 2006, antes da renovação do contrato com a BR Distribuidora, Felipe Maia declarou à Justiça Eleitoral patrimônio de R$ 3,9 milhões. Nesse documento, o deputado avaliou sua cota na Comav em R$ 120 mil.
Prancheta - Na negociação com senadores demo-tucanos para a retirada de assinaturas do requerimento da CPI, o governo incluiu obras de gasodutos em Mato Grosso, novas plantas de refinaria em Sergipe e no Rio Grande do Norte e a construção de um oleoduto em Alagoas. E com a promessa de que os senadores serão "padrinhos" das obras.



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