Foto: Paulo Lima
À unanimidade, os 17 senadores peemedebistas presentes à reunião da bancada decidiram apoiar a candidatura de Garibaldi para um novo mandato A bancada do PMDB no Senado, reunida na tarde desta quarta-feira(17), em Brasília, declarou apoio à candidatura do senador Garibaldi Filho à presidência da Casa.
Os 17 integrantes da bancada do PMDB no Senado presentes à reunião se manifestaram favoravelmente à recandidatura de Garibaldi.
Apenas três senadores não compareceram à reunião: Jarbas Vasconcelos, José Maranhão e Geraldo Mesquita Júnior. Jarbas não foi a reunião pois já declarou apoio à candidatura do petista Tião Viana. Geraldo Mesquita está em viagem ao Uruguai. E José Maranhão está cuidando de assuntos relacionados à possibilidade de assumir o governo da Paraíba.
Com o apoio do PMDB e com três pareceres jurídicos favoráveis à uma nova candidatura a presidente do Senado, Garibaldi declarou que agora vai cair em campo para conquistar os votos necessários à sua recondução. “Agora é trabalhar pelos votos fora do partido”, disse o senador.
Garibaldi foi eleito em 12 de dezembro do ano passado, com 68 votos favoráveis, 8 contrários e duas abstenções, para cumprir os 14 meses restantes do segundo mandato, de dois anos, do senador Renan Calheiros.
Durante a reunião da bancada do PMDB, Garibaldi apresentou pareceres dos juristas: Francisco Rezek, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, que também foi presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE); Manoel Gonçalves Ferreira Filho; e Diogo de Figueiredo Moreira Neto. Os três afirmam que Garibaldi foi eleito para um mandato-tampão, o que o exclui da regra restritiva de reeleição subseqüente.
Esses argumentos jurídicos só foram questionados, a princípio, pelo senador Almeida Lima, que em seguida manifestou-se convencido dos pareceres, segundo relato do líder do PMDB, Valdir Raupp.
O líder explicou que o PMDB não podia entrar em 2009 sem definir seu candidato. E lembrou que na eleição de um ano atrás a antecipação de Garibaldi, além do seu trabalho de garimpar votos, foram fundamentais para a sua vitória.
Para se eleger, um candidato a presidente do Senado tem que receber a maioria dos votos dos presentes à sessão, desde que estejam presentes e votem 41 dos 81 senadores.
Os 17 integrantes da bancada do PMDB no Senado presentes à reunião se manifestaram favoravelmente à recandidatura de Garibaldi.
Apenas três senadores não compareceram à reunião: Jarbas Vasconcelos, José Maranhão e Geraldo Mesquita Júnior. Jarbas não foi a reunião pois já declarou apoio à candidatura do petista Tião Viana. Geraldo Mesquita está em viagem ao Uruguai. E José Maranhão está cuidando de assuntos relacionados à possibilidade de assumir o governo da Paraíba.
Com o apoio do PMDB e com três pareceres jurídicos favoráveis à uma nova candidatura a presidente do Senado, Garibaldi declarou que agora vai cair em campo para conquistar os votos necessários à sua recondução. “Agora é trabalhar pelos votos fora do partido”, disse o senador.
Garibaldi foi eleito em 12 de dezembro do ano passado, com 68 votos favoráveis, 8 contrários e duas abstenções, para cumprir os 14 meses restantes do segundo mandato, de dois anos, do senador Renan Calheiros.
Durante a reunião da bancada do PMDB, Garibaldi apresentou pareceres dos juristas: Francisco Rezek, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, que também foi presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE); Manoel Gonçalves Ferreira Filho; e Diogo de Figueiredo Moreira Neto. Os três afirmam que Garibaldi foi eleito para um mandato-tampão, o que o exclui da regra restritiva de reeleição subseqüente.
Esses argumentos jurídicos só foram questionados, a princípio, pelo senador Almeida Lima, que em seguida manifestou-se convencido dos pareceres, segundo relato do líder do PMDB, Valdir Raupp.
O líder explicou que o PMDB não podia entrar em 2009 sem definir seu candidato. E lembrou que na eleição de um ano atrás a antecipação de Garibaldi, além do seu trabalho de garimpar votos, foram fundamentais para a sua vitória.
Para se eleger, um candidato a presidente do Senado tem que receber a maioria dos votos dos presentes à sessão, desde que estejam presentes e votem 41 dos 81 senadores.



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