Um ato de justiça tardia, mas absolutamente necessário. Dessa forma o ministro da Justiça, Tarso Genro, classificou o reconhecimento da anistia política do ex-presidente João Goulart.
Julgamento do pedido de anistia requerido pela viúva de Jango irá ocorrer amanhã (15), a partir das 9h, durante a XX Conferência Nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que acontece no Centro de Convenções de Natal.

"Esse reconhecimento do Estado é uma espécie de acréscimo no nosso patrimônio democrático, além de fazer uma justiça histórica a uma figura relevante do País", afirmou hoje o ministro no Centro de Convenções de Natal.
Questionado sobre a anistia ao ex-presidente, Tarso Genro afirmou que, independentemente do juízo que tivéssemos a respeito das pessoas que defendiam uma posição contrária ao governo de João Goulart, todos sabem que ele foi deposto por um ato de força.
Tortura - Tarso Genro, admitiu que, apesar do país viver na plenitude democrática, a tortura ainda persiste e deve ser combatida com muito rigor, da mesma forma como devem ser punidos os torturadores que atuaram durante a ditadura militar.
"A luta contra a tortura é um patrimônio do humanismo e, assim, deve ser compreendida. Não há o estado de direito que se consolide plenamente se esse estado de direito não fizer um ajuste de sua tortura anterior e a atual, inclusive", afirmou Tarso Genro.
Segundo Tarso, a tortura é um recurso universal da formação do Estado moderno. "É o elemento que vem compondo a história da humanidade, que, na sociedade moderna, adquiriu esses requintes perversos que conhecemos, originários do fascismo", declarou.
O ministro da Justiça assinalou que “a expulsão da tortura no Estado de Direito Democrático é a vitória do humanismo, da Declaração Universal do Direito do Homem, ou seja, é a vitória da justiça contra a coisificação do ser humano”.
Julgamento do pedido de anistia requerido pela viúva de Jango irá ocorrer amanhã (15), a partir das 9h, durante a XX Conferência Nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que acontece no Centro de Convenções de Natal.

"Esse reconhecimento do Estado é uma espécie de acréscimo no nosso patrimônio democrático, além de fazer uma justiça histórica a uma figura relevante do País", afirmou hoje o ministro no Centro de Convenções de Natal.
Questionado sobre a anistia ao ex-presidente, Tarso Genro afirmou que, independentemente do juízo que tivéssemos a respeito das pessoas que defendiam uma posição contrária ao governo de João Goulart, todos sabem que ele foi deposto por um ato de força.
Tortura - Tarso Genro, admitiu que, apesar do país viver na plenitude democrática, a tortura ainda persiste e deve ser combatida com muito rigor, da mesma forma como devem ser punidos os torturadores que atuaram durante a ditadura militar.
"A luta contra a tortura é um patrimônio do humanismo e, assim, deve ser compreendida. Não há o estado de direito que se consolide plenamente se esse estado de direito não fizer um ajuste de sua tortura anterior e a atual, inclusive", afirmou Tarso Genro.
Segundo Tarso, a tortura é um recurso universal da formação do Estado moderno. "É o elemento que vem compondo a história da humanidade, que, na sociedade moderna, adquiriu esses requintes perversos que conhecemos, originários do fascismo", declarou.
O ministro da Justiça assinalou que “a expulsão da tortura no Estado de Direito Democrático é a vitória do humanismo, da Declaração Universal do Direito do Homem, ou seja, é a vitória da justiça contra a coisificação do ser humano”.
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