O Piso Salarial dos Professores do Magistério Público da Educação Básica corre sério risco de ser derrubado antes mesmo de entrar em vigor. A avaliação é do deputado Fernando Mineiro(PT).

É que a governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crucius, liderou um movimento contra o Piso e apresentou, junto com os governadores de Santa Catarina, Luiz Henrique; do Paraná, Roberto Requião; do Mato Grosso do Sul, André Puccnelli; e do Ceará, Cid Gomes; uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) contra a Lei 11.738/2008 (Lei do Piso).
A lei que define o Piso Nacional em R$ 950,00, para uma jornada de trabalho de, no máximo, 40 horas semanais entra em vigência a partir de janeiro de 2009.
“A definição de um Piso Nacional para os Profissionais da Educação Básica Pública representa um avanço histórico na luta pelas melhorias da educação brasileira e se soma às demais conquistas da área, ocorridas nos últimos anos”, afirma Fernando Mineiro.
Para o parlamentar, a ação dos governadores contra o Piso Nacional dos Professores “é um ataque a esta importante conquista da educação nacional”.
Mineiro ressalta que os governadores que hoje são contra ao Piso Nacional dos Professores não se posicionaram contrários ao tema durante a sua discussão. “Lamentavelmente, quem hoje é contra o Piso não declarou sua posição durante o processo de debate para a aprovação do então projeto de lei”, frisa o deputado.
O parlamentar assinala que “a valorização do magistério passa, de forma inquestionável, pela garantia de melhorias salariais para os profissionais da área, assegurando a eles condições materiais mínimas para o exercício de suas profissões”.
É que a governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crucius, liderou um movimento contra o Piso e apresentou, junto com os governadores de Santa Catarina, Luiz Henrique; do Paraná, Roberto Requião; do Mato Grosso do Sul, André Puccnelli; e do Ceará, Cid Gomes; uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) contra a Lei 11.738/2008 (Lei do Piso).
A lei que define o Piso Nacional em R$ 950,00, para uma jornada de trabalho de, no máximo, 40 horas semanais entra em vigência a partir de janeiro de 2009.
“A definição de um Piso Nacional para os Profissionais da Educação Básica Pública representa um avanço histórico na luta pelas melhorias da educação brasileira e se soma às demais conquistas da área, ocorridas nos últimos anos”, afirma Fernando Mineiro.
Para o parlamentar, a ação dos governadores contra o Piso Nacional dos Professores “é um ataque a esta importante conquista da educação nacional”.
Mineiro ressalta que os governadores que hoje são contra ao Piso Nacional dos Professores não se posicionaram contrários ao tema durante a sua discussão. “Lamentavelmente, quem hoje é contra o Piso não declarou sua posição durante o processo de debate para a aprovação do então projeto de lei”, frisa o deputado.
O parlamentar assinala que “a valorização do magistério passa, de forma inquestionável, pela garantia de melhorias salariais para os profissionais da área, assegurando a eles condições materiais mínimas para o exercício de suas profissões”.



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