A governadora Rosalba Ciarlini está cumprindo a promessa de ter um secretariado majoritariamente técnico.
Até o momento, de todos os auxiliares já indicados por Rosalba, apenas três são políticos: o vice-governador Robinson Faria(Recursos Hídricos), o deputado Betinho Rosado(Agricultura) e o Chefe da Casa Civil, ex-deputado Paulo de Tarso Fernandes. Paulo também tem perfil técnico, já que sua principal área de atuação tem sido a advocacia.
O restante do secretariado tem perfil técnico.
No segundo escalão é possível que apareçam alguns auxiliares com perfil político. Um já está certo: o deputado José Adécio, que irá para a Ceasa.
Um secretariado com perfil técnico não é garantia de uma boa gestão. Mas demonstra que Rosalba quer apostar em algo diferente, ao deixar de lado os políticos.
Não que os políticos sejam incapazes de fazer uma boa gestão. De jeito nenhum. Existem políticos sérios, competentes e bons gestores.
Mas é bom experimentar um secretariado com perfil técnico, sem os vícios inerentes a quem respira política 24 horas e tem compromissos políticos para cumprir.
Uma das vantagens do secretário técnico é não ter compromisso político com ninguém, a não ser com o Chefe do Executivo, no caso Rosalba Ciarlini.
Vamos torcer para que o secretariado técnico de Rosalba responda às expectativas da população e, sob o comando da governadora, contribuir de forma efetiva para melhorar a qualidade de vida dos norte-riograndenses nas mais diversas áreas da administração estadual.



Parece que a Governadora Rosalba está sendo ingrata pois quando precisou se eleger procurou os políticos mas agora que está no Poder colocou no seu secretariado pessoas técnicas em detrimento dos que a ajudou a eleger-se. Mas a maior ingratidão mesmo é com o Dep José Adécio, puro DEMOCRATA desde seu nascimento e ficando de fora da Assembléia ficou também de fora do secretariado, indo para o 2º escalão, não merecia essa o guerreiro deputado José Adécio, mas o tempo poderá mudar isso, pois há tempo para tudo.
ResponderExcluirOliveira, amigo velho de guerra: o indicado para qualquer cargo público pode ser um técnico, mas, a sua indicação é política, ou da própria cota do executivo, de um partido ou ainda de uma liderança política. Essa história de equipe técnica na administração pública (municipal, estadual e federal) não existe, qualquer governo é essencialmente político.
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